sábado, 1 de junho de 2013

Rali TT Serras do Norte - Miguel Barbosa lidera ao fim do 1º dia

Miguel Barbosa e Miguel Ramalho em Mistubishi Racing Lancer, são os primeiros líderes do Rali TT Serras do Norte Sipsmith, numa organização do Motor Clube de Guimarães, depois de cumpridos os cerca de 15 quilómetros pelas duas passagens da Super Especial do WRC em Fafe.
Esta segunda etapa Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, a dupla Campeã Nacional não deixou os seus créditos por mãos alheias e impôs-se, nas duas passagens, arrancando para o segundo dia com 28,69 segundos de vantagem para os segundos classificados.
Nuno Matos e Filipe Serra estrearam da melhor forma o Opel Mokka Proto alcançado o segundo crono na Super-Especial, tendo cerca de cinco segundos de vantagem sobre Rui Sousa, que imprimiu um andamento impar, face aos recentes carros de chassis tubulares, mais leves e potentes.
Menos sorte teve Ricardo Porém em Evoque Cattiva que partiu o motor não conseguindo alinhar para a segunda passagem da especial.
Para amanhã, domingo, os concorrentes têm à sua espera uma dupla passagem pelo Sector Seletivo em Ribeira de Pena e Salto, totalizando cerca de 224 kms. O primeiro concorrente arranca às 08h30 do Parque Fechado, partindo para o primeiro SS, às 9H30 terminando em Fafe pelas 18H00.

´
Nuno Matos surpreende da estreia do Opel Mokka
Superando as melhores expetativas, Nuno Matos e Filipe Serra garantiram esta tarde, em Fafe, o 2º melhor tempo da geral na Super Especial que abriu as hostilidades do Rali TT Serras do Norte, a segunda prova do ano pontuável para o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno (CPTT). Embora a conhecer o novo carro e à procura ainda das melhores afinações, a dupla de Portalegre deixou já excelentes indicações em relação ao potencial competitivo do Opel Mokka Proto nesta sua primeira aparição oficial. Amanhã, a partir das 9h30, prossegue o ensaio geral em Ribeira de Pena…
Nuno Matos e Filipe Serra foram esta tarde os pilotos em destaque na abertura da 20ª edição do Rali TT Serras do Norte, a segunda prova do ano pontuável para o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno (CPTT), colocando o estreante Opel Mokka Proto no 2º posto da geral após as duas habituais passagens pela Super Especial de Fafe, desenhada junto à famosa classificativa da Lameirinha.
Mesmo sem sentir ainda total confiança nas afinações do carro, especialmente ao nível dos travões e suspensão, o piloto de Portalegre superou as melhores expetativas nesta estreia, cumprindo os 7,6 km do percurso – “um típico troço de rali, sinuoso, técnico mas também muito escorregadio” – sem qualquer registo de problema. “Foi um ótimo início, melhor até do que estávamos à espera. Cumprimos apenas duas sessões de testes antes desta prova, pelo que a confiança ainda não é muita... Estamos ainda a aprender o carro e a perceber as suas reações, pelo que o resultado de hoje é excelente, confirmando todo o potencial deste Opel Mokka”, revelou Nuno Matos à chegada a Fafe. “Não quis forçar muito na segunda passagem, até porque preferia partir um pouco mais atrás para a etapa deste domingo. Ainda assim, retirei cerca de três segundos ao meu anterior tempo, talvez porque me deixei entusiasmar um pouco na parte final. Estou expectante quanto ao dia de amanhã, se bem que mais do que lutar por um bom resultado, queremos mesmo é chegar ao fim para acumular quilómetros e experiência no carro”, acrescentou o piloto de Portalegre, 2º classificado da geral a pouco mais de 28s do líder, Miguel Barbosa.

 

Ricardo Porem abandona

 A quebra do motor da unidade que a equipa havia estreado em competição no Vinhos Ervideira Rali TT ditou o abandono da dupla Ricardo Porém/Jorge Monteiro que, ainda assim, foi a quarta mais rápida após a primeira passagem: “percebi que o motor vinha perder potência e quando cheguei ao Parque de Assistência diagnosticámos que este tinha uma biela a bater e, assim, não podia continuar,” esclareceu o piloto.
Este foi um duro golpe nas minhas espectativas, ainda para mais depois do teste que realizámos este semana no Alentejo e do qual regressei muito satisfeito e esperançado num resultado positivo nesta corrida. Tendo em conta que perdi algum tempo na especial, nomeadamente com um pião logo no início, o tempo que fizemos e o quarto lugar na primeira passagem pelo troço de hoje poderiam ser um bom indicador para o resto da prova. A verdade é que não podemos continuar, sob pena de destruir por completo o bloco do motor,” afirmou Ricardo Porém à chegada ao Parque de Assistência em Fafe.
O piloto que a Cattiva Sport convidou para tripular o Evoque nesta segunda prova da temporada de TT em Portugal reforçou que “não restam dúvidas de que se trata de um excelente carro, que, acima de tudo, precisa de quilómetros para ser desenvolvido. Tem um enorme potencial e, por aquilo que já tive oportunidade de experimentar, dentro em breve poderá estar a lutar pelos lugares cimeiros do campeonato.”
 
CLASSIFICAÇÃO – APÓS SUPER ESPECIAL
 Cl. Piloto/Navegador   Viatura   Tempo/Dif. 1º Miguel Barbosa/Miguel Ramalho Mitsubishi Racing Lancer 12m49,19s
2º Nuno Matos/Filipe Serra  Opel Mokka Proto  a 28,69s
3º Rui Sousa/Carlos Silva  Izusu D-Max   a 33,16s
4º Pedro Grancha/Inês Ponte  BMW Evo X1   a 37,86s
5º Helder Oliveira/Filipe Palmeiro BMW Proto   a 39,7s
6º Paulo Graça/Nuno R. Silva  Nissan Offroad  a 1m04,11s
Ramos Pardal

Barbosa foi 2º na Grand-Am em Detroit

João Barbosa esteve bem perto de repetir a vitória do ano passado na corrida de Detroit da Grand-Am Rolex Sports Car Series, temrinando a menos de meio segundo do vencedor.
Barbosa passou de quinto para segundo ao substituir Christian Fittipaldi ao volante do Corvette DP, depois da Action Express Racing colocar menos combustível no carro. Barbosa pressionou Max Angelelli até ao final, mas também teve que se defender dos ataques de Ryan Dalziel e de Dane Cameron, que acabaram por lutar pelo pelo terceiro posto.
Pedro Lamy foi obrigado a abandonar depois de ter perdido o controlo do Corvette da 8 Star Motorsports, com uma colisão algo violenta contra o muro de protecção. O favorito, o Riley-BMW da Ganassi foi posto fora na primeira volta, quando Gustavo Yacaman empurrou Memo Rojas contra o muro. Yacaman causou mais um acidente, envolvendo Ricky Taylor. John Edwards e Robin Liddell venceram a classe GT, defendendo-se dos Ferrari de Alessandro Balzan e de Jeff Segal até ao fim.
Classificação:
1º Max Angelelli/Jordan Taylor (Corvette DP) 61 voltas
2º João Barbosa/Christian Fittipaldi (Corvette DP) a 0,486s
3º Ryan Dalziel/Alex Popow (Riley-Ford) a 0,825s
4º Dane Cameron/Wayne Nonnamaker (Riley-BMW) a 1,469s
5º Richard Westbrook/Ricky Taylor (Corvette DP) a 8,811s
6º Alex Gurney/Jon Fogarty (Corvette DP) a 8,997s
7º Antônio Pizzonia/Gustavo Yacaman (Riley-Ford) a 17,707s
8º Brendon Hartley/Scot Mayer (Riley-Ford) a 1 volta
9º Joe Nonnamaker/Will Nonnamaker (Riley-BMW) a 1 volta
10º John Edwards/Robin Liddell (Chevrolet Camaro) a 1 volta
Fonte:Autosport
Ramos Pardal

António Félix da Costa terminou a primeira corrida da World Series by Renault em Spa-Francorchamps na segunda posição

António Félix da Costa terminou a primeira corrida da World Series by Renault em Spa-Francorchamps na segunda posição, colado a Kevin Magnussen.
Magnussen afastou-se ligeiramente no arranque, mas o piloto português colou-se novamente e permaneceu 'agarrado' à traseira do carro do dinamarquês até ao fim, sem encontrar maneira de ultrapassar. Nigel Melker terminou em terceiro, aproveitando o Safety Car (causado pelo acidente de Nico Müller) para passar Arthur Pic, e também ele colado aos dois primeiros. Pic ainda segurou o quarto posto, à frente de Marco Sorensen, vencedor da luta pelo quinto posto.
Félix da Costa admitiu que o carro esteve bom, mas cometeu um erro na primeira volta que o obrigou a usar demasiado tempo de DRS a defender-se. No final, "estava próximo do Magnussen, podia tê-lo passado mas ele conseguia defender-se nas retas com o DRS. Foi a uma volta do fim que ele o gastou e aí é que podia tê-lo passado, se ainda tivesse DRS. Mas ele fez uma corrida brilhante e isenta de erros".
Magnussen distancia-se

Com estes resultados, Kevin Magnussen dilata a sua vantagem no campeonato, colocando-a em 39 pontos face a Stoffel Vandoorne, que tem 61, e não pontuou na primeira corrida de Spa. Nico Müller é terceiro com menos um ponto que Vandoorne, 60 e tem logo atrás de si António Félix da Costa, com 59, que apesar de ter mantido o quarto lugar e perdido mais sete pontos para o líder do campeonato, está agora mais perto de ascender posições na tabela, pois só dista dois pontos de Vandoorne.
Classificação:
1º Kevin Magnussen (DAMS) 47m33,742s
2º António Félix da Costa (Arden) a 0,647s
3º Nigel Melker (Tech 1) a 1,282s
4º Arthur Pic (AV Formula) a 4,358s
5º Marco Sorensen (Lotus) a 5,868s
6º Nikolay Martsenko (Pons) a 6,373s
7º André Negrão (Draco)  a 7,555s
8º Daniil Move (Comtec) a 8,951s
9º Jazeman Jaafar (Carlin) a 17,604s
10º Carlos Huertas (Carlin) a 18,019s
11º Christopher Zanella (ISR) a 18,748s
12º Olver Webb (Fortec) a 19,507s
13º Stoffel Vandoorne (Fortec) a 23,044s
14º Mikhail Aleshin (Tech 1) a 25,181s
15º Norman Nato (DAMS) a 25,799s
16º Pietro Fantin (Arden) a 26,316s
17º Matias Laine (Strakka) a 26,931s
18º Sergey Sirotkin (ISR) a 27,957s
19º Zoel Amberg (Pons) a 31,154s
20º Marlon Stöckinger (Lotus) a 31,722s
21º Mihai Marinescu (Zeta Corse) a 40,513s
22º Lucas Foresti (Comtec) a 1 volta
23º Will Stevens (Strakka) abandono
24º Yann Cunha (AV Formula) abandono
25º Nico Müller (Draco) abandono
26º Carlos Sainz Jr. (Zeta Corse) abandono
Fonte:Autosport
Ramos Pardal

Jari-Matti Latvala terminou o segundo dia do Rali de Acrópole na liderança

Jari-Matti Latvala terminou o segundo dia do Rali de Acrópole na liderança. O finlandês ascendeu ao comando, desalojando dessa posição Evgeny Novikov, logo na segunda especial do dia e não mais perdeu o sentido da liderança, vencendo quatro dos oito troços hoje disputados.  
Com especiais de piso demolidor, mas onde até a chuva fez o seu aparecimento (nas duas últimas especiais), Latvala construiu ao longo do dia uma vantagem superior a 1 minuto face a Dani Sordo que voltou a optar por um ritmo mais moderado para se precaver da dureza da prova e fica à espreita de um eventual percalço do finlandês por forma a ligar a Grécia à sua primeira vitória no WRC.
Na Grécia é quase uma lotaria antecipar um vencedor e Latvala está bem consciente disso quando afirmou à chegada do primeiro dia que “o ano passado, o Loeb também esteve na liderança até furar...”.
Numa sólida terceira posição rodou durante toda a etapa Thierry Neuville que teve como único problema ao longo do dia ter deixado o motor do Fiesta ir abaixo uma vez. Isso não impediu, e depois de adotar (sempre que o piso assim o exigia) um ritmo mais conservador e de terminar o dia a somente 39,0s de Sordo depois de, a meio da etapa, ter chegado a rodar a 52,1s do espanhol.
Contas feitas, as três marcas principais do WRC estão bem representadas nos três primeiros lugares, só não com os pilotos mais esperados!
Duelo animado viveu-se na luta pela quarta posição entre Nasser Al-Attiyah e Andreas Mikkelsen. Mas depois de partir para o último troço do dia a somente 9,8s de Al-Attiyah, o piloto da VW furou e fez com que a diferença entre os dois voltasse a subir. Agora para a terceira e última etapa o Ford e o VW vão partir separados por 25,7s.
Mutação acabou por sofrer a sexta posição no derradeiro troço, com Mads Ostberg a subir mais um lugar, roubando a posição a Martin Prokop.
Aliás, a etapa ficou marcada pela subida de posição de todos os principais pilotos que viram o seu rali estragado na primeira especial, como Ostberg, Mikko Hirvonen e Sébastien Ogier, com o finlandês da Citroën a quedar-se agora pelo oitavo posto e o francês da VW a entrar finalmente no Top 10.
Entre os dois está o mais azarado da etapa, Evgeny Novikov. O russo chegou ao segundo dia de prova na liderança, mas viu-se ultrapassado por Latvala e caiu a pique na classificação até ao 11º lugar após alguns estragos na traseira do Fiesta e também devido ao facto de ter deixado o motor do Fiesta ‘calar-se’ num entroncamento. Com uma ponta final rápida, o piloto da M-Sport ainda conseguiu subir a oitavo.   
 Amanhã percorre-se a última etapa, com mais quatro troços na agenda, dois dos quais com 30,14 km (Loutraki) e o último destes com o rótulo da Power Stage.
 
Classificação
1º           J. M. Latvala/M. Anttila                VW Polo R WRC               2h32m42,8s
2º           D. Sordo/C. Del Barrio   Citroën DS3 WRC             a 1m04,1s
3º           T. Neuville/N. Gilsoul    Ford Fiesta WRC              a 1m43,1s
4º           N. Al-Attiyah/G. Bernacchini      Ford Fiesta WRC              a 3m46,1s
5º           A. Mikkelsen/M. Markkula         VW Polo R WRC               a 4m11,8s
6º           M. Ostberg/J. Andersson            Ford Fiesta WRC              a 5m26,3s
7º           M. Prokop/M. Ernst       Ford Fiesta WRC              a 5m50,3s
8º           M. Hirvonen/J. Lehtinen             Citroën DS3 WRC             a 7m52,2s
9º           E. Novikov/I. Minor        Ford Fiesta WRC              a 8m16,1s
10º         S. Ogier/J. Ingrassia        VW Polo R WRC               a 10m29,5s
11º         R. Kubica/M. Baran        Citroën DS3 WRC (1º WRC2)       a 11m02,2s
Fonte: Autosport
Ramos Pardal

domingo, 26 de maio de 2013

TOP 5 PARA ANTÓNIO FÉLIX DA COSTA NO GLAMOUR DO MÓNACO

António Félix da Costa foi um dos protagonistas da corrida de hoje da World Series by Renault 3.5 que teve lugar no circuito citadino do Mónaco, como parte do programa da corrida do Mundial de Fórmula 1. Com a pista seca e as bancadas do circuito Monegasco repletas de público, as 32 voltas que compuseram a corrida desta manhã foram de extrema competitividade, com o Português António Félix da Costa a mostrar-se sempre muito rápido, terminando na 5ª posição, depois de uma intensa batalha com o líder do campeonato, Kevin Magnussen.

Largando da 6ª posição da grelha, o piloto da Red Bull Junior Team desde cedo mostrou que estava disposto a atacar e recuperar posições, num circuito tradicionalmente difícil de ultrapassar. A verdade é que com todo o esforço do jovem luso, o 5º lugar foi o resultado possível: “Acabei a corrida bem colado ao Magnussen e fico com a sensação que tínhamos andamento para discutir a vitória mas a qualificação não nos correu bem e este 5º lugar acaba por ser o resultado possível. Trazemos 10 pontos para o campeonato que podem ser fundamentais no final”, mencionou António Félix da Costa, que continua a ser 4º no campeonato, depois de cinco corridas disputadas e com mais doze por disputar, portanto ainda numa fase muito prematura da temporada.

Duarte Félix da Costa, irmão e responsável pela Imagem e Carreira de António Félix da Costa referiu no final da corrida que “o António fez tudo o que estava ao seu alcance para recuperar mais lugares, mas é uma pista que não tem mesmo pontos de ultrapassagem e apenas conseguiu passar o seu colega da Red Bull Junior Team, Carlos Sainz. A atitude e rapidez dele em pista foram bem evidentes, principalmente nas últimas voltas e toda a equipa e ele próprio estão motivados e confiantes para a corrida de Spa Francorchamps no próximo fim-de-semana”, analisou confiante no talento e valor do piloto de 21 anos.

O vencedor da corrida de hoje no Mónaco foi o Suíço Nico Muller, que largou da pole position e confirmou a regra de que “quem parte da frente no Mónaco, ganha”. A prova será ainda transmitida hoje no canal Eurosport a partir das 21:40. A próxima prova da World Series by Renault 3.5 tem lugar já no próximo fim-de-semana no circuito de Spa Francorchamps, na Bélgica.

Ramos Pardal

sábado, 25 de maio de 2013

Ricardo Teodosio vence Rallye Nerbe Cidade de Beja 2013



 
teovenc13A exemplo de 2012, o Rali Cidade de Beja de 2013 voltou a ter muito calor e um troço duro disputado por três vezes, que este ano permitiu a Ricardo Teodósio regressar às vitórias absolutas no Regional Sul.

Mesmo parecendo uma vitória fácil, já que Teodósio venceu todas as especiais de classificação e por isso comandou de principio da fim esta prova, nem por isso o ex-campeão regional sul teve que se aplicar para garantir a vitória com apenas 9,9 segundos de vantagem para Carlos Martins.

O piloto de Serpa esteve em evidência, e tal como Teodósio, foi sempre subindo muito o seu ritmo de troço para troço, causando assim uma pressão adicional ao piloto do Lancer Evo IV. Como Teodósio não errou, Carlos Martins acabou por ficar no segundo lugar, mas fazendo um excelente rali que lhe dá a liderança destacada do Regional nas quatro rodas motrizes.

Luís Mota não conseguiu acompanhar o ritmo dos dois primeiros, mas esteve sempre nos lugares do pódio, om um ritmo suficientemente rápido ao longo da prova para manter Orlando Bule atrás de si.

O domínio dos 4x4 foi enorme nesta prova, ocupando os nove primeiros lugares da classificaçãoo, com o campeão Márcio Marreiros a ficar em 5º lugar enquanto a 6ª posição foi para António Lampreia que tinha vencido esta prova em 2012.

A vitória à geral nos duas rodas motrizes acabou por ser para Marco Ferreira no Citroen Saxo. Depois de liderar no primeiro troço, onde desistiram Gil Antunes e Pedro Lança, dois candidato à vitória, Marco ferreira passou por algumas dificuldades no 2º troço mas viria de novo a subir à liderança na derradeira classificativa (depois de um grande tempo), ficando na frente de Paulo Santos e Paulo Sousa, ambos em Volkwsagen Golf.


                                                              CLASSIFICAÇÃO FINAL
bejaclas13
 
 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Competisport explica ausência no Rallye Cidade de Guimarães!

Uma das equipas mais assíduas no Campeonato Open de Ralis, a Competisport, não marcou presença na “jornada” do Targa Clube, o Rallye Cidade de Guimarães, dispondo a explicar o motivo da ausência.

“A equipa Competisport optou por não estar á partida do Rali Cidade de Guimarães 2013 como forma de protesto contra o elevado preço das inscrições.

Após o diálogo com o clube organizador, que não se mostrou flexível a vários pedidos por parte dos pilotos para baixar o preço da inscrição na prova, não nos restou outra maneira de fazer um protesto digno de nota, sem ser optar pela ausência.

Assim, pela segunda vez na história do Open o piloto Luis Mota não esteve á partida de uma prova elegível para este campeonato, seguindo o exemplo do Rali de Baião 2012, onde os motivos foram precisamente os mesmos!

É inegável que a escalada de custos afecta toda a gente, e os Ralis de prova para prova ressentem-se disso. No entanto, cabe aos clubes, como entidade prestadora de um serviço encontrar soluções que motivem os pilotos a participar nas suas provas.

Se o serviço oferecido tem um custo elevado que não satisfaz nem cativa os
principais interessados, não resta outra solução que a ausência e a procura de outras soluções.

Já no princípio do ano alertámos para o cuidado que era preciso ter com a junção do CPR com o Open, e tal como se previa, o pior está a acontecer. A divulgação, a relevância e importância dos campeonatos e o mediatismo dos pilotos não está bem distribuído, e o facto é que ainda vai piorar.

Aos poucos está-se a matar um campeonato que nem á tão pouco tempo como isso tinha 100 equipas por prova, e neste momento teve admitidos á partida 23 equipas, no que deve ser o numero mais fraco de sempre de uma prova do Open.

Claro que mais um ou menos um não faz muita diferença. Mas se os pilotos se unirem e protestarem todos juntos, as coisas têm de mudar porque nesse caso já faz um estrago considerável.
Este é o momento de agir, e mesmo ontem já era tarde.”
Ramos Pardal

sábado, 18 de maio de 2013

Bryan Bouffier sagrou-se o vencedor do Rali da Córsega 2013

Bryan Bouffier sagrou-se o vencedor do Rali da Córsega ao vencer os dois últimos troços do programa e vencendo, em definitivo, o ‘braço-de-ferro’ com Jan Kopecky por 39,8s. Apesar de terem entrado para o derradeiro troço separados por apenas 13,0s, Bouffier acabou por registar ainda uma última vitória em troços na derradeira classificativa e beneficiar dos problemas de motor de Jan Kopecky que terminou com o Skoda Fabia S2000 a trabalhar apenas em três cilindros.
 Para o francês, que alugou o Peugeot 207 S2000 a uma estrutura privada, e, portanto, para todos os efeitos, venceu a equipa oficial da Skoda, a sensação da vitória foi “muito boa, sendo fantástico ganhar em casa!”. Recorde-se que Bouffier só ascendeu no último dia de prova (logo no primeiro troço) o comando do rali de forma definitiva para depois controlar toda a postura ofensiva de Kopecky que, assim, viu escapar-lhe a quarta vitória no ERC deste ano.
 Igualmente muito intensa foi a luta pela terceira posição que opôs Stephane Sarrazine  e Craig Breen. No final das 11 especiais que constituíram o rali, a vantagem acabou por pender para o lado do ex-piloto de F1 e vencedor de Le Mans que conseguiu, por somente 3,2s, bater o homem do Peugeot 207 S2000, depois de ter entrado para o derradeiro troço com uma vantagem de 7,9s.
 François Delecour foi o quinto, provando que a experiência ainda é um posto, mesmo se a rapidez já não é a mesma dos tempos áureos, o que, não é nenhum defeito atendendo aos 50 anos do piloto e ao facto de guiar um Peugeot 207 S2000 que evidenciou alguns problemas de escape ao longo da prova que o fizeram perder algum tempo.
 Andreas Aigner venceu a Produção, enquanto Germain Bonnefis foi o melhor entre os carros de 2 rodas motrizes, com o Renault Mégane RS.
 Renato Pita e Marco Macedo, os únicos portugueses presentes na prova (para além de Carlos Magalhães, como navegador de Daniel Oliveira) estão, nesta altura, ainda a percorrer a última classificativa, ocupando no final da 10ª especial, o 28º lugar da classificação geral, correspondente ao 11º da Taça FIA 2 WD.
 Classificação
1º B. Bouffyer/X. Panseri (Peugeot 207 S2000) 2h41m58,2s
2º J. Kopecky/P. Dresler (Skoda Fabia S2000)              a 39,8s
3º S. Sarrazin/J. Renucci (MINI JCW RRC)                    a 1m37,6s
4º C. Breen/P. Nagle (Peugeot 207 S2000)                  a 1m40,8s
5º F. Delecour/D. Savignoni (Peugeot 207 S2000)         a 3m25,0s
6º J. Maurin/N. Klinger (Ford Fiesta S2000)                  a 3m37,6s
7º A. Aigner/J. Heigl (Subaru Impreza R4)                   a 7m53,9s
8º J. Leandri/R. Jamoul (Peugeot 207 S2000)              a 8m47,8s
9º G. Bonnefis/O. Fournier (Renault Megane RS)          a 9m16,8s
10º J. Raoux/F. Mazotti (Peugeot 207 S2000)     a 13m54,3s
Fonte Autosport
Ramos Pardal

Bernardo Sousa vence Rali Cidade de Guimarães 2013

Bernardo Sousa e Hugo Magalhães foram os vencedores do Rali Cidade de Guimarães/Targa Clube e adiantaram-se nas contas do Campeonato de Portugal de Ralis.
 O piloto alinhou na prova que se estreou no campeonato num Ford Fiesta S2000 e viu todos os seus principais adversários capitularem. Primeiro foi Ricardo Moura que deu um toque e danificou a roda e suspensão traseira, sendo obrigado a desistir e depois Pedro Meireles que também saiu de estrada.
 Com estes adversários fora da luta pela vitória, Bernardo Sousa pode respirar de alívio e controlar da melhor forma a vantagem que o colocou à frente do rali nas quatro primeiras especiais. Contudo, um toque do madeirense ia deitando tudo a perder e fez mesmo com que, momentaneamente, Adruzilo Lopes ascendesse à liderança. Mas, o facto do piloto do Subaru ter sido algo prejudicado pelo tempo averbado no troço que foi interrompido devido ao acidente de Meireles e, depois, o facto do piloto de Caldas de Vizela também ter penalizado 20 segundos, deixou definitivamente Sousa na liderança e a caminho da vitória.
 Com a confirmação do triunfo veio também a vitória na Power Stage e os três pontos extra para o campeonato pelo que, pela segunda vez este ano, o Bernardo Sousa somou o máximo de pontos possíveis.
 Adruzilo Lopes foi o surpreendente segundo classificado, vencendo a Produção, e terminando a prova com 1m23,4s de vantagem sobre João Barros, o terceiro classificado e líder do CPR 2 desde o início, competição que havia de acabar por ganhar com alguma naturalidade.
 Perante um competitivo Renault Clio S1600 que chegou a registar tempos muito interessantes ao nível da geral, Diogo Gago, no mais modesto Citroën C2 R2 Max, pouco ou nada mais pôde fazer do que contentar-se com o muito positivo quarto lugar final e segundo entre os concorrentes do CPR2.
 A contabilidade dos cinco primeiros só ficou selada com o quinto posto alcançado por Miguel Jorge Barbosa, o segundo da Produção, no Lancer Evo IX.
 No Open de Ralis, a vitória acabou por sorrir a André Martins que ascendeu à liderança depois de ultrapassar Fernando Teotónio, numa luta entre Lancer Evo’s, e já depois de Diogo Salvi abandonar a prova após a quebra do motor do seu também Lancer Evo na terceira especial. 

Classificação
1º Bernardo Sousa/Hugo Magalhães (Ford Fiesta S2000)            1h00m23,0s
2º Adruzilo Lopes/Vasco Ferreira (Subaru Impreza R4)                       a 28,4s
3º João Barros/Jorge Henriques (Renault Clio S1600)                    a 1m51,8s
4º Diogo Gago/Jorge Carvalho (Citroën C2 R2 Max)                      a 2m46,0s
5º Miguel Barbosa/Alberto Silva (Mitsubishi Lancer Evo IX)             a 3m15,8s
6º Ivo Nogueira/Nuno R. Silva (Subaru Impreza STI)                     a 3m47,1s
7º Ricardo Marques/Paulo Marques (Citroën C2 R2 Max)                a 3m55,5s
8º Joaquim Bernardes/Pinho de Almeida (Renault Clio R3)             a 4m20,3s
9º Carlos Oliveira/José Janela (Porsche 911 GT3)                          a 4m41,6s
10º Nuno Pombo/Guilherme Pereira (Renault Clio R3)                    a5m43,6s
Fonte Autosport
Ramos Pardal