domingo, 28 de abril de 2013
Carlos Valentim e Luis Ribeiro venceram o Rally do Oeste
Carlos Valentim e Luis Ribeiro venceram o Rally do Oeste, prova de abertura do Critério de Ralis do Centro, que marcou o regresso aos ralis á Serra de Montejunto.
A prova organizada pelo Montejunto Rally Clube começou cedo com o domínio de Carlos Valentim, que entrou muito forte logo na “sua” especial de Vale Vilão, deixando Carlos Fernandes a sete segundos, enquanto Pedro Carmo cedia cerca de dezoito segundos.
A segunda especial da prova era a classificativa de Montejunto, com Carlos Valentim a voltar a vencer, ficando destacado na liderança, aproveitando a desistência de Pedro Cunha e Carmo com problemas de caixa no Subaru Impreza, enquanto Carlos Fernandes furava.
O segundo lugar passava agora a ser de Pedro Lança e Ricardo Batista, que já lideravam destacados nas duas rodas motrizes.
Na repetição dos troços de Vale Vila e Montejunto, Carlos Fernandes viria a vencer as duas especiais com o Mitsubishi Lancer, enquanto Carlos Valentim assegurava o segundo melhor crono nessas especiais, consagrando-se como o vencedor do Rally do Oeste.
Pedro Lança e Ricardo Batista levaram o Citroen Saxo ao segundo posto final, vencendo entre os duas rodas motrizes, fazendo o pleno em especiais e apresentando sempre um andamento muito rápido e espectacular.
O pódio foi completado pelo Vw Golf Gti de Hugo Batista e Ricardo Antunes, numa prova marcada pelos regresso dos ralis a Montejunto e por uma impressionante moldura humana, na Serra de Montejunto, que fez assim reviver os tempos do Mundial de Ralis na zona Oeste. A organização a cargo do Montejunto Rally Clube foi posta á prova naquele que era um desafio de “fogo” e o que se pode dizer é que a prova foi superada.
Classificação Final:
1º Carlos Valentim/Luis Ribeiro – Ford Escort Cosworth – 18m59,5s
2º Pedro Lança/Ricardo Batista – Citroen Saxo a 49,1s
3º Hugo Batista/Ricardo Antunes – Vw Golf Gti a 1m51,2s
4º Ricardo Roda/Bruno Vieira – BMW 325 ix a 1m57s
5º Pedro Gaspar/Fabrice Gaspar – BMW M3 Compact a 2m00,1s
6º Ricardo Coelho/Daniel Pereira – Toyota Starlet a 2m14,1s
7º Jorge Maçarico/Carlos Garcia – Opel Corsa Gsi a 2m53,7s
8º Jorge Pereira/Marco Pereira – Peugeot 306 S16 a 3m26,3s
Fonte:Supermotores (Ricardo Batista)
Ramos Pardal
Fotos : Claudio.pt e Luis Andre Silva
A prova organizada pelo Montejunto Rally Clube começou cedo com o domínio de Carlos Valentim, que entrou muito forte logo na “sua” especial de Vale Vilão, deixando Carlos Fernandes a sete segundos, enquanto Pedro Carmo cedia cerca de dezoito segundos.
A segunda especial da prova era a classificativa de Montejunto, com Carlos Valentim a voltar a vencer, ficando destacado na liderança, aproveitando a desistência de Pedro Cunha e Carmo com problemas de caixa no Subaru Impreza, enquanto Carlos Fernandes furava.
O segundo lugar passava agora a ser de Pedro Lança e Ricardo Batista, que já lideravam destacados nas duas rodas motrizes.
Na repetição dos troços de Vale Vila e Montejunto, Carlos Fernandes viria a vencer as duas especiais com o Mitsubishi Lancer, enquanto Carlos Valentim assegurava o segundo melhor crono nessas especiais, consagrando-se como o vencedor do Rally do Oeste.
Pedro Lança e Ricardo Batista levaram o Citroen Saxo ao segundo posto final, vencendo entre os duas rodas motrizes, fazendo o pleno em especiais e apresentando sempre um andamento muito rápido e espectacular.
O pódio foi completado pelo Vw Golf Gti de Hugo Batista e Ricardo Antunes, numa prova marcada pelos regresso dos ralis a Montejunto e por uma impressionante moldura humana, na Serra de Montejunto, que fez assim reviver os tempos do Mundial de Ralis na zona Oeste. A organização a cargo do Montejunto Rally Clube foi posta á prova naquele que era um desafio de “fogo” e o que se pode dizer é que a prova foi superada.
Classificação Final:
1º Carlos Valentim/Luis Ribeiro – Ford Escort Cosworth – 18m59,5s
2º Pedro Lança/Ricardo Batista – Citroen Saxo a 49,1s
3º Hugo Batista/Ricardo Antunes – Vw Golf Gti a 1m51,2s
4º Ricardo Roda/Bruno Vieira – BMW 325 ix a 1m57s
5º Pedro Gaspar/Fabrice Gaspar – BMW M3 Compact a 2m00,1s
6º Ricardo Coelho/Daniel Pereira – Toyota Starlet a 2m14,1s
7º Jorge Maçarico/Carlos Garcia – Opel Corsa Gsi a 2m53,7s
8º Jorge Pereira/Marco Pereira – Peugeot 306 S16 a 3m26,3s
Fonte:Supermotores (Ricardo Batista)
Ramos Pardal
Fotos : Claudio.pt e Luis Andre Silva
Tom Coronel regressa às vitórias
Tom Coronel regressou às vitórias no WTCC, dominando a segunda corrida no Slovakia Ring, uma prova onde Tiago Monteiro terminou na quinta posição.
O piloto português fez um excelente arranque, saltando para o quarto posto, mas levou um toque de Yvan Muller, o que o obrigou a recuperar, terminando a corrida colado ao SEAT de Robert Huff.
Tom Coronel afastou-se e nunca mais ninguém o viu, vencendo com uma vantagem de quase três segundos. Pepe Oriola e Huff lutaram pelo segundo posto, mas ambos acabaram por cometer erros separadamente. Yvan Muller e Gabriele Tarquini aproveitaram e ficaram com os restantes lugares do pódio. Atrás de Monteiro, Oriola conseguiu defender-se do ataque cerrado de Tom Chilton.
Classificação:
1º Tom Coronel (BMW)
2º Yvan Muller (Chevrolet) a 2,990s
3º Gabriele Tarquini (Honda) a 3,345s
4º Rob Huff (SEAT) a 4,954s
5º Tiago Monteiro (Honda) a 5,222s
6º Pepe Oriola (SEAT) a 11,365s
7º Tom Chilton (Chevrolet) a 11,625s
8º Alex MacDowall (Chevrolet) a 11,816s
9º Mehdi Bennani (BMW) a 12,265s
10º Darryl O'Young (BMW) a 12,498s
Fonte: Autosport1º Tom Coronel (BMW)
2º Yvan Muller (Chevrolet) a 2,990s
3º Gabriele Tarquini (Honda) a 3,345s
4º Rob Huff (SEAT) a 4,954s
5º Tiago Monteiro (Honda) a 5,222s
6º Pepe Oriola (SEAT) a 11,365s
7º Tom Chilton (Chevrolet) a 11,625s
8º Alex MacDowall (Chevrolet) a 11,816s
9º Mehdi Bennani (BMW) a 12,265s
10º Darryl O'Young (BMW) a 12,498s
Ramos Pardal
Félix da Costa 7º no dilúvio de Aragon
António Félix da Costa não conseguiu ir além do
sétimo lugar na segunda corrida da World Series by Renault em Aragon,
uma prova marcada pela chuva intensa e onde Carlos Huertas foi um
vencedor inesperado.
O piloto português aproveitou a saída de pista na
primeira curva de Norman Nato, autor da pole position, o abandono de
Arthur Pic ainda com safety car e o erro posterior de André Negrão para
ganhar posições, mas depois foi incapaz de alcançar Nico Müller. Com
grandes dificuldades para controlar o seu carro, Félix da Costa perdeu
de vez o contactom com o suíço da Draco e acabou por ceder o sexto posto
a Nigel Melker.
Sem Nato à sua frente, Carlos Huertas liderou a corrida
do princípio ao fim. O colombiano da Carlin está longe de ser um
candidato ao título, mas ganhou garnde distãncia a Sergey Sirotkin e
Stoffel Vandoorne, que lutaram pelo segundo lugar. Houve também luta
pelo quarto posto, entre Will Stevens e Nico Müller. Kevin Magnussen,
que partiu de 22º, conseguiu recuperar até nono.
Classificação:
1º Carlos Huertas (Carlin) 33m19,005s
2º Sergey Sirotkin (ISR) a 11,921s
3º Stoffel Vandoorne (Fortec) a 16,429s
4º Will Stenvens (P1-Strakka) a 24,691s
5º Nico Müller (Draco) a 26,826s
6º Nigel Melker (Tech 1) a 36,735s
7º António Félix da Costa (Arden Caterham) a 42,074s
8º André Negrão (Draco) a 44,125s
9º Kevin Magnussen (DAMS) a 44,988s
10º Marco Sorensen (Lotus) a 55,215s
Fonte: Autosport
Ramos Pardal
1º Carlos Huertas (Carlin) 33m19,005s
2º Sergey Sirotkin (ISR) a 11,921s
3º Stoffel Vandoorne (Fortec) a 16,429s
4º Will Stenvens (P1-Strakka) a 24,691s
5º Nico Müller (Draco) a 26,826s
6º Nigel Melker (Tech 1) a 36,735s
7º António Félix da Costa (Arden Caterham) a 42,074s
8º André Negrão (Draco) a 44,125s
9º Kevin Magnussen (DAMS) a 44,988s
10º Marco Sorensen (Lotus) a 55,215s
Monteiro segundo, tripla da Honda na Eslováquia
Classificação
1. Gabriele Tarquini Honda 22m18.761s
2. Tiago Monteiro Honda + 1.202s
3. Norbert Michelisz Zengo Honda + 1.616s
4. Yvan Muller RML Chevrolet + 5.091s
5. Tom Coronel ROAL BMW + 5.975s
6. James Nash Bamboo Chevrolet + 7.748s
7. Michel Nykjaer Nika Chevrolet + 9.760s
8. Alex MacDowall Bamboo Chevrolet + 10.078s
9. Pepe Oriola Tuenti SEAT + 14.055s
10. Mehdi Bennani Proteam BMW + 19.374s
11. Fredy Barth Wiechers BMW + 21.474s
12. Stefano D'Aste PB BMW + 21.479s
13. James Thompson Lada + 21.837s
14. Darryl O'Young ROAL BMW + 24.891s
15. Fernando Monje Campos SEAT + 25.937s
16. Marc Basseng Munnich SEAT + 27.197s
17. Robert Huff Munnich SEAT + 27.507s
18. Charles Ng Engstler BMW + 36.500s
19. Franz Engstler Engstler BMW + 41.278s
20. M.Kozlovskiy Lada + 1 volta
21. Rene Munnich Munnich SEAT + 2 voltas
2. Tiago Monteiro Honda + 1.202s
3. Norbert Michelisz Zengo Honda + 1.616s
4. Yvan Muller RML Chevrolet + 5.091s
5. Tom Coronel ROAL BMW + 5.975s
6. James Nash Bamboo Chevrolet + 7.748s
7. Michel Nykjaer Nika Chevrolet + 9.760s
8. Alex MacDowall Bamboo Chevrolet + 10.078s
9. Pepe Oriola Tuenti SEAT + 14.055s
10. Mehdi Bennani Proteam BMW + 19.374s
11. Fredy Barth Wiechers BMW + 21.474s
12. Stefano D'Aste PB BMW + 21.479s
13. James Thompson Lada + 21.837s
14. Darryl O'Young ROAL BMW + 24.891s
15. Fernando Monje Campos SEAT + 25.937s
16. Marc Basseng Munnich SEAT + 27.197s
17. Robert Huff Munnich SEAT + 27.507s
18. Charles Ng Engstler BMW + 36.500s
19. Franz Engstler Engstler BMW + 41.278s
20. M.Kozlovskiy Lada + 1 volta
21. Rene Munnich Munnich SEAT + 2 voltas
Fonte: Autosport
Ramos Pardal
sábado, 27 de abril de 2013
Campeonato de Portugal de GT - Primeira vitória para a AF Corse - Novadrive a melhor equipa portuguesa
A primeira corrida do Campeonato de Portugal de GT viu a dupla da equipa italiana da AF Corse, Tanakorn Ramindra e Cedric Sbirrazzuoli no Ferrari 458 GT3 arrecadar o lugar mais alto do pódio seguidos dos Campeões Nacionais, César Campaniço, Carlos Vieira acompanhados de Eskelinen no segundo lugar co...m o Audi R8 LMS. A fechar o último lugar do pódio ficou o trio da Oasis Motorsport, Miguel Ferreira, Francisco Carvalho e Diogo Ferrão com o Ferrari 430 da categoria GT Cup. José Pedro Fontes/Miguel Barbosa mesmo com o problemas no Mercedes SLS ficaram com a quarta posição e João Batista/Amândio Dias/Renato Machado no Porsche 911 na quinta.A corrida arrancou com José Pedro Fontes e o seu Mercedes SLS AMG a passarem para o comando da prova, num claro ataque do piloto da Sports & You à liderança. No entanto, o Audi R8 LMS de Campaniço/Vieira e Eskelinen retomaria a primeira posição antes de estar concluída a segunda volta ao traçado de Aragon. A luta ficava agora entregue a Fontes, Ramindra no Ferrari e Buri no segundo Audi da Novadrive pelos restantes lugares do pódio.
Depois primeira troca de pilotos, Sbirrazzuoli entrou em pista determinado em recuperar posições e foi fazendo, volta a volta, tempos muito rápidos ganhando uma vantagem considerável passando para a liderança. Quando faltavam 45 minutos para o término da prova, tem lugar a segunda troca de pilotos. Nesta altura Sbirrazzuoli tinha duas voltas de vantagem para os seus adversários. Mesmo com os cinco minutos de paragem nas boxes o piloto da AF Corse regressa no primeiro lugar mas desta feita com menos de um minuto de vantagem. Nem mesmo uma penalização 'drive-through' por alegadamente não terem cumprido a totalidade de tempo nas boxes impossibilitou a dupla Ramindra/Sbirrazzuoli de cantar vitória.
Nos últimos minutos de prova, José Pedro Fontes e Miguel Barbosa no Mercedes SLS AMG determinados em assegurar o segundo lugar foram forçados a abandonar a prova com problemas de temperatura no motor da sua máquina.
A próxima prova do Campeonato de Portugal de GT decorre a 25 e 26 de Maio no Estoril.
Resultados da Corrida:
1º Ramindra/Sbirrazzuoli - Ferrari 458
2º Campaniço/Vieira/
3º Ferreira/Carvalho/Ferrão - Ferrari F430
4º Fontes/Barbosa - Mercedes SLS AMG
5º Batista/Dias/Machado - Porsche 911
Fonte:MakeNews
Ramos Pardal
WTCC Eslováquia 3 Hondas nos 3 primeiros lugares da grelha de partida
A terceira jornada do WTCC (Campeonato do Mundo de Carros de Turismo) decorre este fim-de-semana na Eslováquia. Tiago Monteiro e o seu Honda Civic estiveram em plano de evidência ao serem os segundos mais rápidos nas duas sessões de qualificação. O piloto português vai sair para a primeira corrida da primeira linha da grelha e para a segunda, da nona posição, fruto da inversão da tabela classificativa.
Este bom início para Tiago Monteiro quer para o seu companheiro de equipa, Gabriele Tarquini, que assegurou a ‘pole’, são um bom presságio para toda a estrutura da Honda que ambiciona traduzir em resultados na corrida a performance que têm demonstrado ao longo do fim-de-semana.
“Estou muito contente e este resultado vem demonstrar o excelente trabalho da equipa na evolução do carro. Os três primeiros lugares são carros Honda, por isso estamos todos de Parabéns. O meu obrigado a toda a equipa, à JAS Motorsport e à Honda por me proporcionarem esta oportunidade mas também por me colocarem nas mãos um carro fantástico”, começou por dizer o piloto português que esteve na luta pela ‘pole’ até à última volta.
“Temos estado muito competitivos ao longo do fim-de-semana num circuito considerado mais convencional face aos anteriores. É muito bom estar na luta com o meu companheiro de equipa sabendo que o Gabriele é um dos pilotos mais experientes na categoria. Estou muito confiante e motivado”, continuou.
Para amanhã a sair a da segunda posição: “Tudo pode acontecer. Será complicado passar para a frente no arranque mas vou dar o meu melhor. Tenho a certeza que vão ser duas corridas muito interessantes e disputadas. A segunda corrida será mais difícil mas ainda assim mantenho a convicção que conseguiremos um bom resultado”, rematou.
Amanhã as corridas terão transmissão em direto no Eurosport 1 às 13.30h e 14.30h.
Fonte:Portugalmotorsport
Ramos Pardal
Este bom início para Tiago Monteiro quer para o seu companheiro de equipa, Gabriele Tarquini, que assegurou a ‘pole’, são um bom presságio para toda a estrutura da Honda que ambiciona traduzir em resultados na corrida a performance que têm demonstrado ao longo do fim-de-semana.
“Estou muito contente e este resultado vem demonstrar o excelente trabalho da equipa na evolução do carro. Os três primeiros lugares são carros Honda, por isso estamos todos de Parabéns. O meu obrigado a toda a equipa, à JAS Motorsport e à Honda por me proporcionarem esta oportunidade mas também por me colocarem nas mãos um carro fantástico”, começou por dizer o piloto português que esteve na luta pela ‘pole’ até à última volta.
“Temos estado muito competitivos ao longo do fim-de-semana num circuito considerado mais convencional face aos anteriores. É muito bom estar na luta com o meu companheiro de equipa sabendo que o Gabriele é um dos pilotos mais experientes na categoria. Estou muito confiante e motivado”, continuou.
Para amanhã a sair a da segunda posição: “Tudo pode acontecer. Será complicado passar para a frente no arranque mas vou dar o meu melhor. Tenho a certeza que vão ser duas corridas muito interessantes e disputadas. A segunda corrida será mais difícil mas ainda assim mantenho a convicção que conseguiremos um bom resultado”, rematou.
Amanhã as corridas terão transmissão em direto no Eurosport 1 às 13.30h e 14.30h.
Fonte:Portugalmotorsport
Ramos Pardal
Felix da Costa faz excelente recuperção e terminia em 13º
António Félix da Costa teve um dia bastante complicado em Motorland, na 1ª corrida do fim-de-semana da World Series by Renault 3.5. O piloto Português até começou bem, ao obter a 3ª melhor marca na qualificação, mas ao ficar sem gasolina na volta de entrada nas boxes, as regras dizem que todos os carros devem conter no mínimo três litros de gasolina no depósito, como tal o piloto da Red Bull Junior Team acabou por ser penalizado para o último lugar da grelha de partida para a corrida desta tarde.
Largando da ultima posição da grelha (26º), António Félix da Costa efectuou um excelente arranque, recuperando logo ai oito posições, continuando a subir na classificação ao longo de toda a corrida, para terminar no 13º lugar final, resultado inglório, que fica bastante aquém das pretensões do jovem luso para esta temporada: “Um erro no cálculo da quantidade de gasolina na qualificação acabou por nos estragar o dia, pois ao largar de último as coisas complicaram-se para o meu lado. Lutei o mais que pude mas a verdade é que quando cheguei a 13º os pilotos à minha frente já estavam bastante distanciados, o que me impossibilitou de alcançar pontos”, referiu no final Félix da Costa, que nunca baixou os braços ao longo das 27 voltas desta 1ª corrida de Motorland da World Series by Renault 3.5.
Amanhã tem lugar a 2ª corrida do fim-de-semana no circuito de Motorland, em Alcaniz, com qualificação de manhã, o que possibilita a António Félix da Costa dar a volta aos acontecimentos negativos de hoje: “Amanhã é um novo dia com uma qualificação independente, portanto vamos efectuar algumas alterações no set up do carro e entrar em pista com o objectivo fresco de vingar o mau dia de hoje. Estou calmo e focado na corrida de amanhã!”, finalizou o piloto de 21 anos, que disputa a qualificação amanhã de manhã, estando a corrida marcada para as 13:30 (hora portuguesa), com transmissão em directo no canal Eurosport 2.
Fonte: Portugalmotorsport
Ramos Pardal
Largando da ultima posição da grelha (26º), António Félix da Costa efectuou um excelente arranque, recuperando logo ai oito posições, continuando a subir na classificação ao longo de toda a corrida, para terminar no 13º lugar final, resultado inglório, que fica bastante aquém das pretensões do jovem luso para esta temporada: “Um erro no cálculo da quantidade de gasolina na qualificação acabou por nos estragar o dia, pois ao largar de último as coisas complicaram-se para o meu lado. Lutei o mais que pude mas a verdade é que quando cheguei a 13º os pilotos à minha frente já estavam bastante distanciados, o que me impossibilitou de alcançar pontos”, referiu no final Félix da Costa, que nunca baixou os braços ao longo das 27 voltas desta 1ª corrida de Motorland da World Series by Renault 3.5.
Amanhã tem lugar a 2ª corrida do fim-de-semana no circuito de Motorland, em Alcaniz, com qualificação de manhã, o que possibilita a António Félix da Costa dar a volta aos acontecimentos negativos de hoje: “Amanhã é um novo dia com uma qualificação independente, portanto vamos efectuar algumas alterações no set up do carro e entrar em pista com o objectivo fresco de vingar o mau dia de hoje. Estou calmo e focado na corrida de amanhã!”, finalizou o piloto de 21 anos, que disputa a qualificação amanhã de manhã, estando a corrida marcada para as 13:30 (hora portuguesa), com transmissão em directo no canal Eurosport 2.
Fonte: Portugalmotorsport
Ramos Pardal
Kopecky vence Sata Rali dos Açores , Moura o melhor português no 3º lugar
O derradeiro dia do Sata Rali Açores não teve a emoção e a incerteza dos dias anteriores, mas o ritmo de prova para os primeiros continuou muito alto, já que Graig Breen obrigou a que Jan Kopecky se mantivesse sempre ao ataque até quase ao final.
Jan Kopecky foi mesmo o piloto do rali e do próprio Europeu, confirmando neste último dia a liderança que trazia do dia anterior ao vencedor quase todas as especiais de classificação, suportando todos os ataques de Breen, sem cometer erros sempre com um ritmo de prova que mais ninguém conseguiu acompanhar. Em três provas disputadas no Europeu, Kopecky venceu três, sendo o piloto a bater no Europeu neste momento.
Nota também muito positiva para Graig Breen. Para um "rookie" nos Açores não deixa de ser notável a prova que o irlandês fez, passando todo o rali a ameaçar a liderança de Kubica e depois de Kopecky, provando que tem talento, frieza e rapidez. Apesar de ser pouco espetacular, é um piloto muito eficaz e foi sem dúvida grande a prestação do piloto neste Sata.
Tirando o grande conhecimento que tem do terreno, Ricardo Moura aproveitou bem esse fator para evoluir na condução do Skoda Fabia S2000, chegando a surpreender com os tempos que efetou tendo inclusivamente vencido um troço. Fez um trabalho fantástico, sendo muito consciente da realidade que atravessou nesta prova, pelo que o pódio é um prémio mais que justo para o excelente rali que fez.
Bruno Magalhães não desaprendeu, mas não teve neste rali as condições necessárias para fazer melhor. O piloto não encontrou as afinações certas para melhorar o desempenho do 207 S2000 em alguns troços e no último dia esteve longe da concorrência e nem Moura conseguiu pressionar na luta pelo derradeiro lugar do pódio.
Entrando no primeiro troço do 3º dia a fundo, tentando surpreender novamente no nevoeiro, Bernardo Sousa acabou por se despistar não conseguindo trazer o carro para a estrada, pelo que o abandono terminou com um rali que nem sempre correu bem, apesar de ter deixado excelentes indicações.
Quem também deu nas vistas foi Jérémi Ancian, que ao estrear nos Açores conseguiu adoptar um ritmo competitivo muito interessante conseguindo superar todas as incidências e "ratoeiras" desta prova para obter um excelente 5º lugar.
A mesma sorte não teve Robert Kubica que de qualquer forma aprendeu muito com esta deslocação aos Açores, mas apesar da rapidez não superou a prova com distinção, por causa do capotanço. Mesmo assim, Kubica deixou a sua marca nesta prova quer dentro quer fora dos troços impondo o seu estatuto para obrigar os comissários a tomarem decisões importantes.
O italiano Alessandro Bruschetta viu a vitória no grupo N cair-lhe nas mãos, numa prova em que nunca foi protagonista, beneficiando sempre dos problemas alheios.
Luís Rego foi o segundo melhor do Grupo N e segundo melhor açoriano, ficando num bom 8º lugar da geral.
Um dos azarados foi Miguel Barbosa, que teve um problema de intercooler no seu Mitsubishi que lhe fez perder diversas posições e a liderança no grupo N.
Diogo Gago perdeu no derradeiro troço a possibilidade de vencer as duas rodas motrizes (despiste nas famosas Tronqueiras), num rali em que esteve quase sempre ao ataque, não beneficiando do despiste de Hannes Danzinger o Renault Clio a duas especiais do fim. Assim, foi Zoltan Bessenyey num Honda Civic a vencer as duas rodas motrizes nesta prova.
Jan Kopecky foi mesmo o piloto do rali e do próprio Europeu, confirmando neste último dia a liderança que trazia do dia anterior ao vencedor quase todas as especiais de classificação, suportando todos os ataques de Breen, sem cometer erros sempre com um ritmo de prova que mais ninguém conseguiu acompanhar. Em três provas disputadas no Europeu, Kopecky venceu três, sendo o piloto a bater no Europeu neste momento.
Nota também muito positiva para Graig Breen. Para um "rookie" nos Açores não deixa de ser notável a prova que o irlandês fez, passando todo o rali a ameaçar a liderança de Kubica e depois de Kopecky, provando que tem talento, frieza e rapidez. Apesar de ser pouco espetacular, é um piloto muito eficaz e foi sem dúvida grande a prestação do piloto neste Sata.
Tirando o grande conhecimento que tem do terreno, Ricardo Moura aproveitou bem esse fator para evoluir na condução do Skoda Fabia S2000, chegando a surpreender com os tempos que efetou tendo inclusivamente vencido um troço. Fez um trabalho fantástico, sendo muito consciente da realidade que atravessou nesta prova, pelo que o pódio é um prémio mais que justo para o excelente rali que fez.
Bruno Magalhães não desaprendeu, mas não teve neste rali as condições necessárias para fazer melhor. O piloto não encontrou as afinações certas para melhorar o desempenho do 207 S2000 em alguns troços e no último dia esteve longe da concorrência e nem Moura conseguiu pressionar na luta pelo derradeiro lugar do pódio.
Entrando no primeiro troço do 3º dia a fundo, tentando surpreender novamente no nevoeiro, Bernardo Sousa acabou por se despistar não conseguindo trazer o carro para a estrada, pelo que o abandono terminou com um rali que nem sempre correu bem, apesar de ter deixado excelentes indicações.
Quem também deu nas vistas foi Jérémi Ancian, que ao estrear nos Açores conseguiu adoptar um ritmo competitivo muito interessante conseguindo superar todas as incidências e "ratoeiras" desta prova para obter um excelente 5º lugar.
A mesma sorte não teve Robert Kubica que de qualquer forma aprendeu muito com esta deslocação aos Açores, mas apesar da rapidez não superou a prova com distinção, por causa do capotanço. Mesmo assim, Kubica deixou a sua marca nesta prova quer dentro quer fora dos troços impondo o seu estatuto para obrigar os comissários a tomarem decisões importantes.
O italiano Alessandro Bruschetta viu a vitória no grupo N cair-lhe nas mãos, numa prova em que nunca foi protagonista, beneficiando sempre dos problemas alheios.
Luís Rego foi o segundo melhor do Grupo N e segundo melhor açoriano, ficando num bom 8º lugar da geral.
Um dos azarados foi Miguel Barbosa, que teve um problema de intercooler no seu Mitsubishi que lhe fez perder diversas posições e a liderança no grupo N.
Diogo Gago perdeu no derradeiro troço a possibilidade de vencer as duas rodas motrizes (despiste nas famosas Tronqueiras), num rali em que esteve quase sempre ao ataque, não beneficiando do despiste de Hannes Danzinger o Renault Clio a duas especiais do fim. Assim, foi Zoltan Bessenyey num Honda Civic a vencer as duas rodas motrizes nesta prova.
Fonte : RalisOnline
Ramos Pardal
sexta-feira, 26 de abril de 2013
SATA/RALLY DOS AÇORES - Kopecky termina Dia 2 à frente
Jan Kopecky terminou o segundo dia do SATA/Rally
Açores na liderança da prova do ERC depois da última especial, a segunda
passagem pelo troço de Sete Cidades, ter sido anulada devido ao mau
tempo na zona. O piloto do Skoda Fabia S2000 não viu, assim, Craig Breen
aproximar-se ainda mais uma vez que nos últimos troços, o irlandês
vinha reduzindo paulatinamente a desvantagem que tinha para o piloto
oficial da Skoda. No final dos primeiros 11 troços, a diferença entre os
dois é agora de 13,1s, uma margem manifestamente curta e que deixa tudo
em aberto para o último dia de prova.
Entre os portugueses, Bruno Magalhães manteve também o
terceiro lugar, a 33,9s da liderança, mas o piloto do Peugeot 207 S2000
continua com Ricardo Moura (na estreia do Skoda Fabia S2000), e com
Bernardo Sousa (também a estrear o Ford Fiesta RRC) ‘colados’ a si.
Moura está a 1,6s de Magalhães, enquanto Sousa dista apenas 0,6s do
Campeão Nacional, numa animadíssimo duelo.
No plano teórico poder-se-á dizer que Bernardo Sousa
foi o mais prejudicado pela anulação do troço das Sete Cidades uma vez
na primeira passagem, o piloto madeirense tinha ganho o troço com mais
de 20s de vantagem para os principais adversários, ficando a dúvida se
poderia repetir a façanha na segunda passagem
Quanto a Robert Kubica, o polaco teve uma parte final
da etapa ‘agridoce’. O Citroën DS3 RRC capotou na PE 11 (Feteiras 2),
tendo o piloto atrasado-se substancialmente e o carro ficado em mau
estado para poder prosseguir. Contudo, com a anulação do derradeiro
troço, Kubica viu o seu esforço compensado e deverá conseguir chegar ao
último Parque de Assistência do dia. Ainda assim, de sexto, o polaco
desceu para o oitavo posto.
Classificação
1º Jan Kopecky/Pavel Dresler (Skoda Fabia S2000) 1h05m25,0s
2º Craig Breen/Paul Nagle (Peugeot 207 S2000) a 13,1s
3º Bruno Magalhães/Nuno Rodrigues Silva (Peugeot 207 S2000) a 33,9s
4º Ricardo Moura/Sancho Eiró (Skoda Fabia S2000) a 35,5s
5º Bernardo Sousa/Hugo Magalhães (Ford Fiesta RRC) a 36,1s
6º Jérémi Ancian/Gilles de Turckhein (Peugeot 207 S2000) a 2m01,0s
7º Jean Michel Raoux/Francis Mazzotti (Peugeot 207 S2000) a 4m06,2s
8º Robert Kubica/Maciek Baran (Citroën DS3 RRC) a 5m10,4s
9º Miguel J. Barbosa/Luís Ramalho (Mitsubishi Lancer Evo IX) a 6m01,6s
10º Luís Rego/José Pedro Silva (Mitsubishi Lancer Evo IX) a 7m07,7s
Fonte:Autosport
Ramos Pardal
Entre os portugueses, Bruno Magalhães manteve também o
terceiro lugar, a 33,9s da liderança, mas o piloto do Peugeot 207 S2000
continua com Ricardo Moura (na estreia do Skoda Fabia S2000), e com
Bernardo Sousa (também a estrear o Ford Fiesta RRC) ‘colados’ a si.
Moura está a 1,6s de Magalhães, enquanto Sousa dista apenas 0,6s do
Campeão Nacional, numa animadíssimo duelo.
No plano teórico poder-se-á dizer que Bernardo Sousa
foi o mais prejudicado pela anulação do troço das Sete Cidades uma vez
na primeira passagem, o piloto madeirense tinha ganho o troço com mais
de 20s de vantagem para os principais adversários, ficando a dúvida se
poderia repetir a façanha na segunda passagem
Quanto a Robert Kubica, o polaco teve uma parte final
da etapa ‘agridoce’. O Citroën DS3 RRC capotou na PE 11 (Feteiras 2),
tendo o piloto atrasado-se substancialmente e o carro ficado em mau
estado para poder prosseguir. Contudo, com a anulação do derradeiro
troço, Kubica viu o seu esforço compensado e deverá conseguir chegar ao
último Parque de Assistência do dia. Ainda assim, de sexto, o polaco
desceu para o oitavo posto.
Classificação
1º Jan Kopecky/Pavel Dresler (Skoda Fabia S2000) 1h05m25,0s
2º Craig Breen/Paul Nagle (Peugeot 207 S2000) a 13,1s
3º Bruno Magalhães/Nuno Rodrigues Silva (Peugeot 207 S2000) a 33,9s
4º Ricardo Moura/Sancho Eiró (Skoda Fabia S2000) a 35,5s
5º Bernardo Sousa/Hugo Magalhães (Ford Fiesta RRC) a 36,1s
6º Jérémi Ancian/Gilles de Turckhein (Peugeot 207 S2000) a 2m01,0s
7º Jean Michel Raoux/Francis Mazzotti (Peugeot 207 S2000) a 4m06,2s
8º Robert Kubica/Maciek Baran (Citroën DS3 RRC) a 5m10,4s
9º Miguel J. Barbosa/Luís Ramalho (Mitsubishi Lancer Evo IX) a 6m01,6s
10º Luís Rego/José Pedro Silva (Mitsubishi Lancer Evo IX) a 7m07,7s
Fonte:Autosport
Ramos Pardal
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