O espanhol Fernando Alonso deu na pista a resposta a quem criticou
seu desempenho inconstante no início do Mundial de Fórmula 1. Na
madrugada deste domingo, o piloto da Ferrari fez uma prova praticamente
sem erros, venceu o Grande Prêmio da China da categoria e se recolocou
na luta pela liderança da temporada. Foi a primeira vitória em 2013 do
asturiano, que foi o segundo colocado no GP da Austrália e abandonou a
corrida na Malásia.
Alonso largou da terceira colocação em Xangai
neste domingo, mas logo na quinta volta assumiu a primeira posição após
boa ultrapassagem sobre Lewis Hamilton. O espanhol só deixou a liderança
quando estava na pista com menos trocas de pneus do que alguns rivais e
manteve ritmo rápido na pista até receber a bandeira quadriculada.
A
segunda ´posição da corrida ficou com o finlandês Kimi Raikkonen, que
se recuperou após largada ruim e encerrou a prova logo à frente de Lewis
Hamilton, pole position em Xangai. Sebastian Vettel, Jenson Button e o
brasileiro Felipe Massa completaram a lista dos seis primeiros
colocados. O paulista da Ferrari fez bom início de corrida e chegou a
andar na vice-liderança, mas caiu muito de rendimento após seu segundo
pit-stop e acabou longe da briga pelo pódio.
O resultado em Xangai
mantém Sebastian Vettel como líder da temporada agora com 52 pontos. O
alemão, no entanto, é pressionado por Kimi Raikkonen, que aparece na
segunda colocação com 49 pontos, e Fernando Alonso, dono da terceira
posição com 43. Massa soma 30. A próxima etapa do Mundial de Fórmula 1 é
o Grande Prêmio do Bahrein, já na próxima semana. Na temporada passada,
a corrida foi vencida por Vettel.
A prova - Os carros da
Ferrari fizeram uma boa largada no Grande Prêmio da China, na madrugada
deste domingo, com Fernando Alonso pulando para a segunda colocação,
atrás apenas de Lewis Hamilton, e Felipe Massa ganhando dois postos e
assumindo a terceira posição.
Largando da última colocação por
conta de uma punição no treino, Mark Webber adotou estratégia
diferenciada e realizou sua primeira troca de pneus logo na segunda
volta da corrida, substituindo os compostos macios pelos médios.
Já
no quinto giro no circuito de Xangai as Ferraris partiram para as
primeiras posições da prova. Alonso assumiu a ponta em ultrapassagem
sobre Hamilton, que na mesma reta também foi deixado para trás por
Massa. Logo na volta seguinte o pelotão de elite da F-1 iniciou suas
paradas para trocas de pneus. A dupla da Mercedes parou no sexto giro,
seguida pelo espanhol e o brasileiro da Ferrari. Felipe Massa acabou se
dando mal e voltou à pista atrás de Hamilton e Raikkonen, mas manteve
bom ritmo com os compostos médios em seu carro e logo se aproximou dos
rivais.
O brasileiro inaugurou a segunda sequência de paradas nos
boxes na 20ª volta, um giro antes de Fernando Alonso reassumir a
primeira colocação ao ultrapassar Jenson Button, que adotou tática
diferente dos rivais e optou por apenas dois pit-stops. Massa voltou à
pista na 11ª posição e teve dificuldades para ultrapassar Paul di Resta,
deixando Hamilton e Raikkonen se desgarrarem. O piloto espanhol seguiu
voando na pista após sua segunda troca de pneus, marcando as voltas mais
rápidas da corrida consecutivamente até passar Sebastian Vettel e
retomar a ponta.
A ultrapassagem sobre o piloto alemão foi
praticamente o último trabalho que Alonso teve na corrida. Ele ainda
realizou seu terceiro pit-stop sem maiores complicações e não precisou
nem esperar Vettel realizar sua última parada para troca de pneus para
voltar à primeira posição e seguir até a vitória sem ser incomodado.
Veja o resultado do Grande Prêmio da China de Fórmula 1:
1: Fernando Alonso (ESP/Ferrari)
2: Kimi Raikkonen (FIN/Lotus)
3: Lewis Hamilton (ING/Mercedes)
4: Sebastian Vettel (ALE/Red Bull)
5: Jenson Button (ING/McLaren)
6: Felipe Massa (BRA/Ferrari)
7: Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso)
8: Paul Di Resta (ESC/Force India)
9: Romain Grosjean (FRA/Lotus)
10: Nico Hulkenberg (ALE/Sauber)
11: Sergio Pérez (MEX/McLaren)
12: Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso)
13: Valtteri Bottas (FIN/Williams)
14: Pastor Maldonado (VEN/Williams)
15: Jules Bianchi (FRA/Marussia)
16: Charles Pic (FRA/Caterham)
17: Max Chilton (ING/Marussia)
18: Giedo van der Garde (HOL/Caterham)
Não completaram
Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
Mark Webber (AUS/Red Bull)
Adrian Sutil (ALE/ Force India)
Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber)
Fonte : Gazeta Desportiva
Ramos Pardal
domingo, 14 de abril de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
Rallye de Portugal - Algarve e Alentejo juntam-se contra a mudança
Os municípios do Algarve e do Alentejo, bem como as entidades regionais de turismo algarvias e alentejanas manifestaram hoje a estranheza pela eventualidade de o Rali de Portugal mudar para o norte do país.
Municípios algarvios e alentejanos contra intenção de mudança do Rali de Portugal.
Em conferência de imprensa conjunta, os organismos manifestaram a sua estranheza com «algumas notícias» que davam conta de uma possível mudança do rali, tendo na ocasião sido mostrado um protocolo, assinado em janeiro de 2012, pela Associação de Municípios Loulé/Faro Automóvel Clube de Portugal (ACP) e o ACP Motorsport, em que está prevista a realização das provas em 2013, 2014 e 2015.
«O contrato foi assinado com base na confiança e na boa-fé. Lembro que o rali veio há sete anos para o Algarve, numa altura em que corria o risco de sair do mundial, como sucedeu, mas reconquistou o seu lugar, sendo hoje disputado em troços de competitividade elevada», disse Macário Correia, presidente da Câmara Municipal de Faro.
Por seu turno, o edil de Loulé, Seruca Emídio, frisou que, «apesar de ser o ACP a entidade organizadora, a componente fundamental do rali é o Turismo de Portugal».
«Uma decisão final passa muito pelo que o Turismo de Portugal entender que é o melhor para o país. Temos confiança de que a decisão será a continuidade e estamos aqui para mostrar a disponibilidade e vontade para continuarmos», acrescentou.
Desidério Silva, presidente do Turismo do Algarve, revelou, por outro lado, ter falado com os responsáveis do Turismo de Portugal e que lhe foi transmitido que não havia nenhuma decisão e que nada tinha mudado.
Depois de terem enumerado as razões para que o rali continue a ser disputado no sul do país, entre questões de segurança e também económicas, foi igualmente transmitido que, apesar de não terem recebido qualquer comunicação no sentido de uma futura mudança da prova, irão solicitar reuniões formais com o ACP, envolvendo ainda o Turismo de Portugal, para discutirem o assunto.
Ramos Pardal
Municípios algarvios e alentejanos contra intenção de mudança do Rali de Portugal.
Em conferência de imprensa conjunta, os organismos manifestaram a sua estranheza com «algumas notícias» que davam conta de uma possível mudança do rali, tendo na ocasião sido mostrado um protocolo, assinado em janeiro de 2012, pela Associação de Municípios Loulé/Faro Automóvel Clube de Portugal (ACP) e o ACP Motorsport, em que está prevista a realização das provas em 2013, 2014 e 2015.
«O contrato foi assinado com base na confiança e na boa-fé. Lembro que o rali veio há sete anos para o Algarve, numa altura em que corria o risco de sair do mundial, como sucedeu, mas reconquistou o seu lugar, sendo hoje disputado em troços de competitividade elevada», disse Macário Correia, presidente da Câmara Municipal de Faro.
Por seu turno, o edil de Loulé, Seruca Emídio, frisou que, «apesar de ser o ACP a entidade organizadora, a componente fundamental do rali é o Turismo de Portugal».
«Uma decisão final passa muito pelo que o Turismo de Portugal entender que é o melhor para o país. Temos confiança de que a decisão será a continuidade e estamos aqui para mostrar a disponibilidade e vontade para continuarmos», acrescentou.
Desidério Silva, presidente do Turismo do Algarve, revelou, por outro lado, ter falado com os responsáveis do Turismo de Portugal e que lhe foi transmitido que não havia nenhuma decisão e que nada tinha mudado.
Depois de terem enumerado as razões para que o rali continue a ser disputado no sul do país, entre questões de segurança e também económicas, foi igualmente transmitido que, apesar de não terem recebido qualquer comunicação no sentido de uma futura mudança da prova, irão solicitar reuniões formais com o ACP, envolvendo ainda o Turismo de Portugal, para discutirem o assunto.
Ramos Pardal
Ferrari Portugal estreia-se no Blancpain Endurance Series
Dupla lusa vai dividir a condução do Ferrari 458 da AF Corse na categoria
Gentleman Trophy
Filipe Barreiros e Francisco Guedes vão estrear-se na Blancpain Endurance Series este fim de semana, em Monza, aos comandos de um Ferrari 458 GT3 preparado pela AF Corse. A dupla da Ferrari Portugal vai dividir a condução do Ferrari 458 da AF Corse na categoria Gentleman Trophy.
Nesta primeira prova as ambições dos pilotos lusos passam por: "Conseguir o melhor resultado possível. Será a primeira vez que competimos neste campeonato com caraterísticas distintas das que estamos habituados, sobretudo, no que toca ao número de carros em pista. Vai ser um enorme desafio", começou por explicar Filipe Barreiros.
Para Francisco Guedes esta primeira corrida será de adaptação: "Acredito que os treinos terão um papel fundamental na nossa adaptação. Não vamos para esta prova com expetativas elevadas mas sim de fazermos um bom trabalho e de evoluirmos", referiu.
"Só este fim-de-semana é que vamos perceber quem são os nossos adversários e onde nos posicionados face a eles. Será uma prova de aprendizagem", rematou Francisco Guedes.
Ramos Pardal
Filipe Barreiros e Francisco Guedes vão estrear-se na Blancpain Endurance Series este fim de semana, em Monza, aos comandos de um Ferrari 458 GT3 preparado pela AF Corse. A dupla da Ferrari Portugal vai dividir a condução do Ferrari 458 da AF Corse na categoria Gentleman Trophy.
Nesta primeira prova as ambições dos pilotos lusos passam por: "Conseguir o melhor resultado possível. Será a primeira vez que competimos neste campeonato com caraterísticas distintas das que estamos habituados, sobretudo, no que toca ao número de carros em pista. Vai ser um enorme desafio", começou por explicar Filipe Barreiros.
Para Francisco Guedes esta primeira corrida será de adaptação: "Acredito que os treinos terão um papel fundamental na nossa adaptação. Não vamos para esta prova com expetativas elevadas mas sim de fazermos um bom trabalho e de evoluirmos", referiu.
"Só este fim-de-semana é que vamos perceber quem são os nossos adversários e onde nos posicionados face a eles. Será uma prova de aprendizagem", rematou Francisco Guedes.
Ramos Pardal
Mundial de Resistência: Toyota esmaga na qualificação e Pedro Lamy arranca da segunda posição na categoria GTE
A Toyota dominou a qualificação para a primeira prova do Campeonato do Mundo de
Resistência (WEC), que se disputa amanhã em Silverstone, tendo Nicolas
Lapierre/Alex Wurz assegurado a pole-position numa sessão de qualificação
marcada pelos problemas com o sistema de cronometragem de tempos. Só uma hora
depois do final da sessão é que foram conhecidos os tempos, confirmando-se a
supremacia da Toyota, que ocupa a primeira linha da grelha.
Assim, Nicolas Lapierre e Alexander Wurz colocaram o TS030 Hybrid n.º 7 na «pole position», depois de terem efetuado o melhor tempo agregado das duas melhores voltas dos dois pilotos de cada carro (o novo processo utilizado na competição), em 1m48,021s, batendo por quase dois segundos os seus companheiros de equipa do carro n.º 8, Anthony Davidson e Sebastian Buemi.
A Audi, apontada como grande favorita, teve de se contentar com a segunda linha da grelha de partida, com Loic Duval e Tom Kristensen a levarem o melhor dos R18 e-Tron Quattro a gastarem mais 1,3 segundos que o mais lento dos Toyota.
Os carros da marca alemã iniciaram a sessão com pneus intermédios, mas nenhum dos carros chegou a completar uma volta vindo de imediato às boxes para trocar para pneus de chuva.
“Começamos com os dois carros com intermédios mas a pista estava muito molhada, por isso fomos para pneus de chuva. Verificamos depois que devíamos ter ficado com pneus intermédios. Depois da primeira tentativa já não tínhamos hipóteses”, admitiu Ralf Juttner, o responsável máximo da Joest Audi.
Na categoria GTE, a Aston Martin dominou a qualificação, garantindo os três melhores tempos. O Vantage de Stefan Mücke-Darren Turner-Bruno Senna foi o mais rápido, batendo o carro de Pedro Lamy, acompanhado por Fred Makowiecki e Paul Dalla Lana, por 0,206s.
Tempos da qualificação:
1. Wurz/Lapierre (Toyota TS030 Hybrid) 1m48,021s
2. Davidson/Buemi/Sarrazin (Toyota TS030 Hybrid) 1m49m,995s
3. Kristensen/Duval/McNish (Audi R18 e-Tron Quattro) 1m51,283s
4. Prost/Jani/Heidfeld (Lola B12/60-Toyota) 1m52,124s
5. Lotterer/Treluyer/Fassler (Audi R18 e-Tron Quattro) 1m53,488s
6. Belicch /Beche/Cheng (Lola B12/10-Toyota) 1m53,835s
7. Graves/Pizzonia/Walker (Oreca-Nissan) 1m55,148s
8. Heinemeier-Hansson/Brundle (Morgan-Nissan) 1m57,629s
9. Rusinov/Martin/Conway (Oreca-Nissan) 1m57,697s
10. Baguette/Gonzalez/Plowmann (Morgan-Nissan) 1m58,729s
11. Turner/Mucke/Senna (Aston Martin Vantage V8) 2m00,566s
12. Dalla Lana/Makowiecki/Lamy (Aston Martin Vantage V8) 2m00,772s
Ramos Pardal
Assim, Nicolas Lapierre e Alexander Wurz colocaram o TS030 Hybrid n.º 7 na «pole position», depois de terem efetuado o melhor tempo agregado das duas melhores voltas dos dois pilotos de cada carro (o novo processo utilizado na competição), em 1m48,021s, batendo por quase dois segundos os seus companheiros de equipa do carro n.º 8, Anthony Davidson e Sebastian Buemi.
A Audi, apontada como grande favorita, teve de se contentar com a segunda linha da grelha de partida, com Loic Duval e Tom Kristensen a levarem o melhor dos R18 e-Tron Quattro a gastarem mais 1,3 segundos que o mais lento dos Toyota.
Os carros da marca alemã iniciaram a sessão com pneus intermédios, mas nenhum dos carros chegou a completar uma volta vindo de imediato às boxes para trocar para pneus de chuva.
“Começamos com os dois carros com intermédios mas a pista estava muito molhada, por isso fomos para pneus de chuva. Verificamos depois que devíamos ter ficado com pneus intermédios. Depois da primeira tentativa já não tínhamos hipóteses”, admitiu Ralf Juttner, o responsável máximo da Joest Audi.
Na categoria GTE, a Aston Martin dominou a qualificação, garantindo os três melhores tempos. O Vantage de Stefan Mücke-Darren Turner-Bruno Senna foi o mais rápido, batendo o carro de Pedro Lamy, acompanhado por Fred Makowiecki e Paul Dalla Lana, por 0,206s.
Tempos da qualificação:
1. Wurz/Lapierre (Toyota TS030 Hybrid) 1m48,021s
2. Davidson/Buemi/Sarrazin (Toyota TS030 Hybrid) 1m49m,995s
3. Kristensen/Duval/McNish (Audi R18 e-Tron Quattro) 1m51,283s
4. Prost/Jani/Heidfeld (Lola B12/60-Toyota) 1m52,124s
5. Lotterer/Treluyer/Fassler (Audi R18 e-Tron Quattro) 1m53,488s
6. Belicch /Beche/Cheng (Lola B12/10-Toyota) 1m53,835s
7. Graves/Pizzonia/Walker (Oreca-Nissan) 1m55,148s
8. Heinemeier-Hansson/Brundle (Morgan-Nissan) 1m57,629s
9. Rusinov/Martin/Conway (Oreca-Nissan) 1m57,697s
10. Baguette/Gonzalez/Plowmann (Morgan-Nissan) 1m58,729s
11. Turner/Mucke/Senna (Aston Martin Vantage V8) 2m00,566s
12. Dalla Lana/Makowiecki/Lamy (Aston Martin Vantage V8) 2m00,772s
Ramos Pardal
Rallye de Portugal - Fernando Peres mais forte no Open
Fernando Peres não deixou os seus créditos por mãos alheias e levou
de vencida a competição reservada ao Open que, tal como sucedeu nos ano
anterior, acompanhou o Vodafone/Rally de Portugal, como extra
campeonato.
O campeão nacional do Open começou a prova com alguns problemas, como apanhar o pó do concorrente que seguia à sua frente no primeiro troço, e depois uma falha de gasolina, no segundo. Para a segunda passagem pelos troços de Vascão e Loulé, o piloto do Porto atacou forte e mais foi rápido em ambos, suplanto Carlos Martins que terminou a primeira parte da prova na frente da classificação geral: “Tivemos sempre que penalizar um minuto nos três troços finais porque no primeiro apanhámos muito pó dele. No segundo troço o carro começou a falhar um pouco nas curvas para a direita, pois tenho montando um depósito de gasolina de origem”, começou por explicar Fernando Peres, prosseguindo. “No último troço ainda começamos com dia e depois começou a anoitecer, mas deu para vencer com um carro que se comportou muito bem”.
Depois de um início forte, pois no final da segunda classificativa estava no comando, Carlos Martins desceu a segundo, posição em que terminou o rali, mas com algumas razões de queixa no final: “Arriscámos muito na parte final, pois andámos sempre no pó de concorrentes que seguiam à nossa frente”, lamentava o piloto que lidera o Campeonato Open de Ralis: “O piloto que seguia à nossa frente furou e nós fizemos o terceiro troço sempre atrás dele, perdendo cerca de um minuto. Na derradeira especial também ele deve ter tido algum problema pois terminámos quase colados. Tenho muita pena, mas não consegui andar. Acho que mostrámos que temos andamento, mas fica para a próxima”.
Vencedor da edição do ano passado, Orlando Bule, teve que se contentar, desta vez, o derradeiro lugar do pódio, mas também trouxe algo que contar: “Os troços estavam muito duros, mas perdi a proteção do cárter logo no início e assim tive que andar devagar, mas conseguir terminar”, esclarecia.
Luis Mota, que ainda fez alguns tempos de registo, terminou na quarta posição, relativamente perto do pódio, mas com boa margem para o quinto classificado que foi Márcio Marreiros.
Ramos Pardal
O campeão nacional do Open começou a prova com alguns problemas, como apanhar o pó do concorrente que seguia à sua frente no primeiro troço, e depois uma falha de gasolina, no segundo. Para a segunda passagem pelos troços de Vascão e Loulé, o piloto do Porto atacou forte e mais foi rápido em ambos, suplanto Carlos Martins que terminou a primeira parte da prova na frente da classificação geral: “Tivemos sempre que penalizar um minuto nos três troços finais porque no primeiro apanhámos muito pó dele. No segundo troço o carro começou a falhar um pouco nas curvas para a direita, pois tenho montando um depósito de gasolina de origem”, começou por explicar Fernando Peres, prosseguindo. “No último troço ainda começamos com dia e depois começou a anoitecer, mas deu para vencer com um carro que se comportou muito bem”.
Depois de um início forte, pois no final da segunda classificativa estava no comando, Carlos Martins desceu a segundo, posição em que terminou o rali, mas com algumas razões de queixa no final: “Arriscámos muito na parte final, pois andámos sempre no pó de concorrentes que seguiam à nossa frente”, lamentava o piloto que lidera o Campeonato Open de Ralis: “O piloto que seguia à nossa frente furou e nós fizemos o terceiro troço sempre atrás dele, perdendo cerca de um minuto. Na derradeira especial também ele deve ter tido algum problema pois terminámos quase colados. Tenho muita pena, mas não consegui andar. Acho que mostrámos que temos andamento, mas fica para a próxima”.
Vencedor da edição do ano passado, Orlando Bule, teve que se contentar, desta vez, o derradeiro lugar do pódio, mas também trouxe algo que contar: “Os troços estavam muito duros, mas perdi a proteção do cárter logo no início e assim tive que andar devagar, mas conseguir terminar”, esclarecia.
Luis Mota, que ainda fez alguns tempos de registo, terminou na quarta posição, relativamente perto do pódio, mas com boa margem para o quinto classificado que foi Márcio Marreiros.
Ramos Pardal
Rallye de Portugal - Bruno Magalhães protagoniza recuperação notável
Bruno Magalhães protagoniza recuperação notável
Ocupa segunda posição entre os portugueses
Bruno Magalhães/Nuno Rodrigues da Silva e o Peugeot 207 S2000 protagonizaram uma recuperação notável no segundo dia do Rally de Portugal ao vencerem... todas as seis especiais de classificação entre os portugueses, ocupando agora o segundo lugar entre os pilotos lusos. À partida para a segunda etapa ocupavam a sexta posição do ranking nacional.
Bruno Magalhães viu-se ontem impossibilitado de concluir a etapa com problemas de alternador no seu carro, mas ao abrigo do Super Rally regressou hoje à prova, pese embora com 10 minutos de penalização. Troço a troço, foi recuperando tempo para estar neste momento a apenas 48,6 segundos do melhor luso, Miguel Barbosa. Neste momento mantém-se intacta a ambição de ser o melhor português naquele que é considerado um dos melhores ralis do mundo.
"O balanço do dia é espetacular, já que conseguimos uma recuperação impressionante. Fiz todas as classificativas ao ataque, sem nunca baixar o ritmo. Os tempos foram excelentes e estou muito contente com o trabalho que fizemos ao longo do dia. O Peugeot 207 S2000 esteve excelente", começou por explicar.
Amanhã, terão lugar mais quatro classificativas, num total de aproximadamente 150 quilómetros, e Bruno Magalhães acredita que pode lutar pela vitória entre os pilotos nacionais: "Depois do tempo que conseguimos recuperar hoje, acredito na possibilidade de amanhã mantermos o mesmo nível de andamento e que isso nos vai permitir passar para o comando. Seria o melhor dos desfechos depois de um início pouco feliz", rematou Bruno Magalhães que ambiciona somar o maior número de pontos possíveis para Taça de Ouro de Ralis.
Na classificação geral, Bruno Magalhães e Nuno Rodrigues da Silva ocupam a 20ª posição.
Ocupa segunda posição entre os portugueses
Bruno Magalhães/Nuno Rodrigues da Silva e o Peugeot 207 S2000 protagonizaram uma recuperação notável no segundo dia do Rally de Portugal ao vencerem... todas as seis especiais de classificação entre os portugueses, ocupando agora o segundo lugar entre os pilotos lusos. À partida para a segunda etapa ocupavam a sexta posição do ranking nacional.
Bruno Magalhães viu-se ontem impossibilitado de concluir a etapa com problemas de alternador no seu carro, mas ao abrigo do Super Rally regressou hoje à prova, pese embora com 10 minutos de penalização. Troço a troço, foi recuperando tempo para estar neste momento a apenas 48,6 segundos do melhor luso, Miguel Barbosa. Neste momento mantém-se intacta a ambição de ser o melhor português naquele que é considerado um dos melhores ralis do mundo.
"O balanço do dia é espetacular, já que conseguimos uma recuperação impressionante. Fiz todas as classificativas ao ataque, sem nunca baixar o ritmo. Os tempos foram excelentes e estou muito contente com o trabalho que fizemos ao longo do dia. O Peugeot 207 S2000 esteve excelente", começou por explicar.
Amanhã, terão lugar mais quatro classificativas, num total de aproximadamente 150 quilómetros, e Bruno Magalhães acredita que pode lutar pela vitória entre os pilotos nacionais: "Depois do tempo que conseguimos recuperar hoje, acredito na possibilidade de amanhã mantermos o mesmo nível de andamento e que isso nos vai permitir passar para o comando. Seria o melhor dos desfechos depois de um início pouco feliz", rematou Bruno Magalhães que ambiciona somar o maior número de pontos possíveis para Taça de Ouro de Ralis.
Na classificação geral, Bruno Magalhães e Nuno Rodrigues da Silva ocupam a 20ª posição.
Fonte:Make News
Ramos Pardal
Ricardo Moura mais uma vez sem sorte no Rallye de Portugal
Na verdade o Vodafone Rally de Portugal não é uma prova onde o Bicampeão de Portugal de Ralis seja totalmente feliz. Este ano Ricardo Moura teve um arranque brilhante nas cinco primeiras especiais da prova, dominando o primeiro dia do rali, não só entre os pilotos portugueses, mas também ao nível de todos os concorrentes do Agrupamento de Produção, averbando inclusivamente melhores tempos que muitas equipas com carros mais evoluídos, terminando a etapa num fantástico 15º lugar da classificação geral.
Mas hoje o dia começou da pior maneira para Ricardo Moura e António Costa. Na primeira passagem pelo demolidor troço de Santana da Serra, um furo começou por atrasar a equipa, que no entanto viria a recuperar a liderança entre os portugueses nas duas especiais seguintes. Mas as marcas ficaram e o chassis do Mitsubishi Lancer Evo IX começou a deteriorar-se. Na segunda passagem por Santana da Serra o chassis acabou por partir e o abandono tornou-se inevitável.
“Mais uma vez termino o Rally de Portugal mais cedo do que desejava. Acho que não ficaram dúvidas em relação à nossa rapidez e à eficácia da equipa, mas o azar acabou por chegar, depois de um arranque de prova que podemos considerar brilhante. Hoje, no início de Santana da Serra 2, a carroçaria do nosso Mitsubishi não aguentou mais a dureza da prova e acabou por se partir em dois pontos vitais para a ancoragem da suspensão. Ainda conseguimos terminar a especial, mas já não deu para continuar em prova”; afirmou, naturalmente desolado, Ricardo Moura.
Ficou, mais uma vez, uma imagem positiva do Bicampeão de Portugal de Ralis, que ontem conseguiu um dia perfeito, mas que hoje viria a abandonar um rali onde não tem tido sorte. Uma despedida pouco feliz para o Mitsubishi Lancer Evo IX, antes da estreia do novo Skoda Fabia S 2000 que irá acontecer no Sata Rallye Açores entre 24 e 27 de Abril.
A ARC Sport esteve mais uma vez presente no Vodafone Rally de Portugal no apoio a Ricardo Moura e António Costa. A dedicação total demonstrada por toda equipa de Aguiar da Beira ao longo da prova, terminou mais cedo do que se previa.
“Este é na verdade um rali onde o Ricardo Moura se pode queixar da sorte. Depois de uma prestação fabulosa no primeiro dia, não merecia o azar que teve hoje. Pelo nosso lado, tudo fizemos para que as coisas corressem da melhor maneira, mas os ralis estão carregados de imprevistos. Vamos continuar a trabalhar com o mesmo entusiasmo e dedicação, a pensar já nos Rali dos Açores dentro de quinze dias”, concluiu Augusto Ramiro.
Ramos Pardal
Rali de Portugal: Ogier faz o «poker» em Loulé

Seis vitórias da Volkswagen em seis especiais neste segundo dia do Rali de
Portugal. Jari-Matti Latvala venceu as duas primeiras, Sebastien Ogier as quatro
que se seguiram, concluindo o dia com mais uma performance esmagadora em Loulé,
tirando 6,7s ao tempo de Mikko Hirvonen (Citroen). O piloto da Citroen, que bateu Latvala, contudo, já admite que não deverá conseguir chegar a Ogier, pelo que o seu caminho será chegar com o carro intacto ao final do Rali e, dessa feita, somar ao seu pecúlio os respetivos pontos.
Hirvonen terá de usar pneus usados em todas as especiais de domingo, onde se destaca a de Almodovar que tem uma extenção de 52,30 km.
Feiras as contas, Ogier tem uma vantagem de 34,8s para Latvala e de 1m08.5s para Hirvonen. Vantagem muito confortável e que, salvo qualquer contratempo, lhe deverá valer a vitória no Rali de Portugal, a terceira da sua carreira.
Classificação da especial de Loulé 2 (SS11):
1. Sebastien Ogier (Volkswagen), 15m18.4s
2. Mikko Hirvonen (Citroen), +6,7s
3. Jari-Matti Latvala (Volkswagen), +12,5s
4. Mads Ostberg (M-Sport), +16,2s
5. Andreas Mikkelsen (Volkswagen), +25.2s
6. Evgeny Novikov (M-Sport), +26.5s
7. Nasser Al-Attiyah (Qatar M-Sport), +27.7s
8. Denis Kuipers (Qatar M-Sport), +45.6s
9. Esapekka Lappi (Skoda Motorsports), +58.5s
10. Sepp Wiegand (Skoda Deutchland), +1m01.2s
Classificação geral após onze especiais:
1. Sebastien Ogier (Volkswagen), 2h36m55.1s
2. Jari-Matti Latvala (Volkswagen), +34.8s
3. Mikko Hirvonen (Citroen), +1m08.5s
4. Evgeny Novikov (M-Sport), +4m23.9s
5. Nasser Al-Attiyah (Qatar M-Sport), +6m19.2s
6. Andreas Mikkelson (Volkswagen), +7m22.3s
7. Denis Kuipers (Qatar M-Sport), +8m29.0s
8. Esapekka Lappi (Skoda Motorsport), +10m49.3s
9. Al Qassimi (Abu Dhabi Citroen), +11m09.9s
10. Martin Prokop (Jipocar), +8m36.0s
Pedro Lamy regressa ao Mundial de Resistência (WEC) inscrito na equipa oficial da Aston Martin
Pedro Lamy está de regresso ao Campeonato do Mundo de Resistência, que terá em Silverstone, Inglaterra, já este fim-de-semana, a primeira jornada da temporada. Inscrito pela equipa oficial da Aston Martin, o piloto português terá como companheiros de equipa no Vantage GTE nº 99, o americano Paul Dalla Lana e o francês Frederic Makowiecki. Com uma duração de 6 horas e uma lista de inscritos bastante interessante, a prova inaugural do Mundial de Resistência (WEC), promete muita animação durante todo o fim-de-semana. “Será certamente uma corrida bastante disputada. Vamos ter adversários muito fortes com máquinas também muito competitivas, pelo que teremos que nos esforçar bastante se quisermos conquistar uma boa classificação. O Frederic (Makowiecki) é um piloto muito experiente e rápido, pelo que será também uma mais-valia para a nossa equipa”, afirmou Pedro Lamy que está inscrito na categoria GTE Pro, uma das mais competitivas do Mundial. A Aston Martin Racing inscreveu para a categoria GTE Pro duas viaturas, o Vantage GTE nº 97 que terá como pilotos Darren Turner, Bruno Senna e Stefan Mucke e o Vantage GTE nº 99 para Pedro Lamy, Paul Dalla Lana e Frederic Makowiecki. Os treinos livres e de qualificação terão lugar na sexta-feira e sábado. As 6 Horas de Silverstone podem ser seguidas em direto no Motors TV a partir das 11h30m de Domingo (Hora em Portugal).
Ramos Pardal
Ramos Pardal
Lewis Hamilton faz a pole no Circuito de Xangai !
O piloto britânico da Mercedes foi, este sábado, o mais rápido na fase de qualificação para a terceira prova do Campeonato do Mundo de Fórmula 1.
Lewis Hamilton conseguiu a sua primeira ‘pole position’ ao serviço da marca alemã, ao cumprir os 5.541 metros do circuito de Xangai em 1.34,484 minutos, menos 277 milésimos de segundo do que o finlandês Kimi Raikkonen, da Lotus, campeão em 2007, que obteve o segundo melhor tempo.
Atrás destes dois pilotos na grelha de partida, vai sair o espanhol Fernando Alonso, em Ferrari, campeão do Mundo em 2005 e 2006, tendo ao seu lado o alemão Nico Rosberg (Mercedes), que foi quarto na qualificação.
Ramos Pardal
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