Dupla lusa vai dividir a condução do Ferrari 458 da AF Corse na categoria
Gentleman Trophy
Filipe Barreiros e Francisco Guedes vão estrear-se na Blancpain Endurance
Series este fim de semana, em Monza, aos comandos de um Ferrari 458 GT3
preparado pela AF Corse. A dupla da Ferrari Portugal vai dividir a condução do
Ferrari 458 da AF Corse na categoria Gentleman Trophy.
Nesta primeira
prova as ambições dos pilotos lusos passam por: "Conseguir o melhor resultado
possível. Será a primeira vez que competimos neste campeonato com caraterísticas
distintas das que estamos habituados, sobretudo, no que toca ao número de carros
em pista. Vai ser um enorme desafio", começou por explicar Filipe
Barreiros.
Para Francisco Guedes esta primeira corrida será de adaptação:
"Acredito que os treinos terão um papel fundamental na nossa adaptação. Não
vamos para esta prova com expetativas elevadas mas sim de fazermos um bom
trabalho e de evoluirmos", referiu.
"Só este fim-de-semana é que vamos
perceber quem são os nossos adversários e onde nos posicionados face a eles.
Será uma prova de aprendizagem", rematou Francisco Guedes.
Ramos Pardal
sábado, 13 de abril de 2013
Mundial de Resistência: Toyota esmaga na qualificação e Pedro Lamy arranca da segunda posição na categoria GTE
A Toyota dominou a qualificação para a primeira prova do Campeonato do Mundo de
Resistência (WEC), que se disputa amanhã em Silverstone, tendo Nicolas
Lapierre/Alex Wurz assegurado a pole-position numa sessão de qualificação
marcada pelos problemas com o sistema de cronometragem de tempos. Só uma hora
depois do final da sessão é que foram conhecidos os tempos, confirmando-se a
supremacia da Toyota, que ocupa a primeira linha da grelha.
Assim, Nicolas Lapierre e Alexander Wurz colocaram o TS030 Hybrid n.º 7 na «pole position», depois de terem efetuado o melhor tempo agregado das duas melhores voltas dos dois pilotos de cada carro (o novo processo utilizado na competição), em 1m48,021s, batendo por quase dois segundos os seus companheiros de equipa do carro n.º 8, Anthony Davidson e Sebastian Buemi.
A Audi, apontada como grande favorita, teve de se contentar com a segunda linha da grelha de partida, com Loic Duval e Tom Kristensen a levarem o melhor dos R18 e-Tron Quattro a gastarem mais 1,3 segundos que o mais lento dos Toyota.
Os carros da marca alemã iniciaram a sessão com pneus intermédios, mas nenhum dos carros chegou a completar uma volta vindo de imediato às boxes para trocar para pneus de chuva.
“Começamos com os dois carros com intermédios mas a pista estava muito molhada, por isso fomos para pneus de chuva. Verificamos depois que devíamos ter ficado com pneus intermédios. Depois da primeira tentativa já não tínhamos hipóteses”, admitiu Ralf Juttner, o responsável máximo da Joest Audi.
Na categoria GTE, a Aston Martin dominou a qualificação, garantindo os três melhores tempos. O Vantage de Stefan Mücke-Darren Turner-Bruno Senna foi o mais rápido, batendo o carro de Pedro Lamy, acompanhado por Fred Makowiecki e Paul Dalla Lana, por 0,206s.
Tempos da qualificação:
1. Wurz/Lapierre (Toyota TS030 Hybrid) 1m48,021s
2. Davidson/Buemi/Sarrazin (Toyota TS030 Hybrid) 1m49m,995s
3. Kristensen/Duval/McNish (Audi R18 e-Tron Quattro) 1m51,283s
4. Prost/Jani/Heidfeld (Lola B12/60-Toyota) 1m52,124s
5. Lotterer/Treluyer/Fassler (Audi R18 e-Tron Quattro) 1m53,488s
6. Belicch /Beche/Cheng (Lola B12/10-Toyota) 1m53,835s
7. Graves/Pizzonia/Walker (Oreca-Nissan) 1m55,148s
8. Heinemeier-Hansson/Brundle (Morgan-Nissan) 1m57,629s
9. Rusinov/Martin/Conway (Oreca-Nissan) 1m57,697s
10. Baguette/Gonzalez/Plowmann (Morgan-Nissan) 1m58,729s
11. Turner/Mucke/Senna (Aston Martin Vantage V8) 2m00,566s
12. Dalla Lana/Makowiecki/Lamy (Aston Martin Vantage V8) 2m00,772s
Ramos Pardal
Assim, Nicolas Lapierre e Alexander Wurz colocaram o TS030 Hybrid n.º 7 na «pole position», depois de terem efetuado o melhor tempo agregado das duas melhores voltas dos dois pilotos de cada carro (o novo processo utilizado na competição), em 1m48,021s, batendo por quase dois segundos os seus companheiros de equipa do carro n.º 8, Anthony Davidson e Sebastian Buemi.
A Audi, apontada como grande favorita, teve de se contentar com a segunda linha da grelha de partida, com Loic Duval e Tom Kristensen a levarem o melhor dos R18 e-Tron Quattro a gastarem mais 1,3 segundos que o mais lento dos Toyota.
Os carros da marca alemã iniciaram a sessão com pneus intermédios, mas nenhum dos carros chegou a completar uma volta vindo de imediato às boxes para trocar para pneus de chuva.
“Começamos com os dois carros com intermédios mas a pista estava muito molhada, por isso fomos para pneus de chuva. Verificamos depois que devíamos ter ficado com pneus intermédios. Depois da primeira tentativa já não tínhamos hipóteses”, admitiu Ralf Juttner, o responsável máximo da Joest Audi.
Na categoria GTE, a Aston Martin dominou a qualificação, garantindo os três melhores tempos. O Vantage de Stefan Mücke-Darren Turner-Bruno Senna foi o mais rápido, batendo o carro de Pedro Lamy, acompanhado por Fred Makowiecki e Paul Dalla Lana, por 0,206s.
Tempos da qualificação:
1. Wurz/Lapierre (Toyota TS030 Hybrid) 1m48,021s
2. Davidson/Buemi/Sarrazin (Toyota TS030 Hybrid) 1m49m,995s
3. Kristensen/Duval/McNish (Audi R18 e-Tron Quattro) 1m51,283s
4. Prost/Jani/Heidfeld (Lola B12/60-Toyota) 1m52,124s
5. Lotterer/Treluyer/Fassler (Audi R18 e-Tron Quattro) 1m53,488s
6. Belicch /Beche/Cheng (Lola B12/10-Toyota) 1m53,835s
7. Graves/Pizzonia/Walker (Oreca-Nissan) 1m55,148s
8. Heinemeier-Hansson/Brundle (Morgan-Nissan) 1m57,629s
9. Rusinov/Martin/Conway (Oreca-Nissan) 1m57,697s
10. Baguette/Gonzalez/Plowmann (Morgan-Nissan) 1m58,729s
11. Turner/Mucke/Senna (Aston Martin Vantage V8) 2m00,566s
12. Dalla Lana/Makowiecki/Lamy (Aston Martin Vantage V8) 2m00,772s
Ramos Pardal
Rallye de Portugal - Fernando Peres mais forte no Open
Fernando Peres não deixou os seus créditos por mãos alheias e levou
de vencida a competição reservada ao Open que, tal como sucedeu nos ano
anterior, acompanhou o Vodafone/Rally de Portugal, como extra
campeonato.
O campeão nacional do Open começou a prova com alguns problemas, como apanhar o pó do concorrente que seguia à sua frente no primeiro troço, e depois uma falha de gasolina, no segundo. Para a segunda passagem pelos troços de Vascão e Loulé, o piloto do Porto atacou forte e mais foi rápido em ambos, suplanto Carlos Martins que terminou a primeira parte da prova na frente da classificação geral: “Tivemos sempre que penalizar um minuto nos três troços finais porque no primeiro apanhámos muito pó dele. No segundo troço o carro começou a falhar um pouco nas curvas para a direita, pois tenho montando um depósito de gasolina de origem”, começou por explicar Fernando Peres, prosseguindo. “No último troço ainda começamos com dia e depois começou a anoitecer, mas deu para vencer com um carro que se comportou muito bem”.
Depois de um início forte, pois no final da segunda classificativa estava no comando, Carlos Martins desceu a segundo, posição em que terminou o rali, mas com algumas razões de queixa no final: “Arriscámos muito na parte final, pois andámos sempre no pó de concorrentes que seguiam à nossa frente”, lamentava o piloto que lidera o Campeonato Open de Ralis: “O piloto que seguia à nossa frente furou e nós fizemos o terceiro troço sempre atrás dele, perdendo cerca de um minuto. Na derradeira especial também ele deve ter tido algum problema pois terminámos quase colados. Tenho muita pena, mas não consegui andar. Acho que mostrámos que temos andamento, mas fica para a próxima”.
Vencedor da edição do ano passado, Orlando Bule, teve que se contentar, desta vez, o derradeiro lugar do pódio, mas também trouxe algo que contar: “Os troços estavam muito duros, mas perdi a proteção do cárter logo no início e assim tive que andar devagar, mas conseguir terminar”, esclarecia.
Luis Mota, que ainda fez alguns tempos de registo, terminou na quarta posição, relativamente perto do pódio, mas com boa margem para o quinto classificado que foi Márcio Marreiros.
Ramos Pardal
O campeão nacional do Open começou a prova com alguns problemas, como apanhar o pó do concorrente que seguia à sua frente no primeiro troço, e depois uma falha de gasolina, no segundo. Para a segunda passagem pelos troços de Vascão e Loulé, o piloto do Porto atacou forte e mais foi rápido em ambos, suplanto Carlos Martins que terminou a primeira parte da prova na frente da classificação geral: “Tivemos sempre que penalizar um minuto nos três troços finais porque no primeiro apanhámos muito pó dele. No segundo troço o carro começou a falhar um pouco nas curvas para a direita, pois tenho montando um depósito de gasolina de origem”, começou por explicar Fernando Peres, prosseguindo. “No último troço ainda começamos com dia e depois começou a anoitecer, mas deu para vencer com um carro que se comportou muito bem”.
Depois de um início forte, pois no final da segunda classificativa estava no comando, Carlos Martins desceu a segundo, posição em que terminou o rali, mas com algumas razões de queixa no final: “Arriscámos muito na parte final, pois andámos sempre no pó de concorrentes que seguiam à nossa frente”, lamentava o piloto que lidera o Campeonato Open de Ralis: “O piloto que seguia à nossa frente furou e nós fizemos o terceiro troço sempre atrás dele, perdendo cerca de um minuto. Na derradeira especial também ele deve ter tido algum problema pois terminámos quase colados. Tenho muita pena, mas não consegui andar. Acho que mostrámos que temos andamento, mas fica para a próxima”.
Vencedor da edição do ano passado, Orlando Bule, teve que se contentar, desta vez, o derradeiro lugar do pódio, mas também trouxe algo que contar: “Os troços estavam muito duros, mas perdi a proteção do cárter logo no início e assim tive que andar devagar, mas conseguir terminar”, esclarecia.
Luis Mota, que ainda fez alguns tempos de registo, terminou na quarta posição, relativamente perto do pódio, mas com boa margem para o quinto classificado que foi Márcio Marreiros.
Ramos Pardal
Rallye de Portugal - Bruno Magalhães protagoniza recuperação notável
Bruno Magalhães protagoniza recuperação notável
Ocupa segunda posição entre os portugueses
Bruno Magalhães/Nuno Rodrigues da Silva e o Peugeot 207 S2000 protagonizaram uma recuperação notável no segundo dia do Rally de Portugal ao vencerem... todas as seis especiais de classificação entre os portugueses, ocupando agora o segundo lugar entre os pilotos lusos. À partida para a segunda etapa ocupavam a sexta posição do ranking nacional.
Bruno Magalhães viu-se ontem impossibilitado de concluir a etapa com problemas de alternador no seu carro, mas ao abrigo do Super Rally regressou hoje à prova, pese embora com 10 minutos de penalização. Troço a troço, foi recuperando tempo para estar neste momento a apenas 48,6 segundos do melhor luso, Miguel Barbosa. Neste momento mantém-se intacta a ambição de ser o melhor português naquele que é considerado um dos melhores ralis do mundo.
"O balanço do dia é espetacular, já que conseguimos uma recuperação impressionante. Fiz todas as classificativas ao ataque, sem nunca baixar o ritmo. Os tempos foram excelentes e estou muito contente com o trabalho que fizemos ao longo do dia. O Peugeot 207 S2000 esteve excelente", começou por explicar.
Amanhã, terão lugar mais quatro classificativas, num total de aproximadamente 150 quilómetros, e Bruno Magalhães acredita que pode lutar pela vitória entre os pilotos nacionais: "Depois do tempo que conseguimos recuperar hoje, acredito na possibilidade de amanhã mantermos o mesmo nível de andamento e que isso nos vai permitir passar para o comando. Seria o melhor dos desfechos depois de um início pouco feliz", rematou Bruno Magalhães que ambiciona somar o maior número de pontos possíveis para Taça de Ouro de Ralis.
Na classificação geral, Bruno Magalhães e Nuno Rodrigues da Silva ocupam a 20ª posição.
Ocupa segunda posição entre os portugueses
Bruno Magalhães/Nuno Rodrigues da Silva e o Peugeot 207 S2000 protagonizaram uma recuperação notável no segundo dia do Rally de Portugal ao vencerem... todas as seis especiais de classificação entre os portugueses, ocupando agora o segundo lugar entre os pilotos lusos. À partida para a segunda etapa ocupavam a sexta posição do ranking nacional.
Bruno Magalhães viu-se ontem impossibilitado de concluir a etapa com problemas de alternador no seu carro, mas ao abrigo do Super Rally regressou hoje à prova, pese embora com 10 minutos de penalização. Troço a troço, foi recuperando tempo para estar neste momento a apenas 48,6 segundos do melhor luso, Miguel Barbosa. Neste momento mantém-se intacta a ambição de ser o melhor português naquele que é considerado um dos melhores ralis do mundo.
"O balanço do dia é espetacular, já que conseguimos uma recuperação impressionante. Fiz todas as classificativas ao ataque, sem nunca baixar o ritmo. Os tempos foram excelentes e estou muito contente com o trabalho que fizemos ao longo do dia. O Peugeot 207 S2000 esteve excelente", começou por explicar.
Amanhã, terão lugar mais quatro classificativas, num total de aproximadamente 150 quilómetros, e Bruno Magalhães acredita que pode lutar pela vitória entre os pilotos nacionais: "Depois do tempo que conseguimos recuperar hoje, acredito na possibilidade de amanhã mantermos o mesmo nível de andamento e que isso nos vai permitir passar para o comando. Seria o melhor dos desfechos depois de um início pouco feliz", rematou Bruno Magalhães que ambiciona somar o maior número de pontos possíveis para Taça de Ouro de Ralis.
Na classificação geral, Bruno Magalhães e Nuno Rodrigues da Silva ocupam a 20ª posição.
Fonte:Make News
Ramos Pardal
Ricardo Moura mais uma vez sem sorte no Rallye de Portugal
Na verdade o Vodafone Rally de Portugal não é uma prova onde o Bicampeão de Portugal de Ralis seja totalmente feliz. Este ano Ricardo Moura teve um arranque brilhante nas cinco primeiras especiais da prova, dominando o primeiro dia do rali, não só entre os pilotos portugueses, mas também ao nível de todos os concorrentes do Agrupamento de Produção, averbando inclusivamente melhores tempos que muitas equipas com carros mais evoluídos, terminando a etapa num fantástico 15º lugar da classificação geral.
Mas hoje o dia começou da pior maneira para Ricardo Moura e António Costa. Na primeira passagem pelo demolidor troço de Santana da Serra, um furo começou por atrasar a equipa, que no entanto viria a recuperar a liderança entre os portugueses nas duas especiais seguintes. Mas as marcas ficaram e o chassis do Mitsubishi Lancer Evo IX começou a deteriorar-se. Na segunda passagem por Santana da Serra o chassis acabou por partir e o abandono tornou-se inevitável.
“Mais uma vez termino o Rally de Portugal mais cedo do que desejava. Acho que não ficaram dúvidas em relação à nossa rapidez e à eficácia da equipa, mas o azar acabou por chegar, depois de um arranque de prova que podemos considerar brilhante. Hoje, no início de Santana da Serra 2, a carroçaria do nosso Mitsubishi não aguentou mais a dureza da prova e acabou por se partir em dois pontos vitais para a ancoragem da suspensão. Ainda conseguimos terminar a especial, mas já não deu para continuar em prova”; afirmou, naturalmente desolado, Ricardo Moura.
Ficou, mais uma vez, uma imagem positiva do Bicampeão de Portugal de Ralis, que ontem conseguiu um dia perfeito, mas que hoje viria a abandonar um rali onde não tem tido sorte. Uma despedida pouco feliz para o Mitsubishi Lancer Evo IX, antes da estreia do novo Skoda Fabia S 2000 que irá acontecer no Sata Rallye Açores entre 24 e 27 de Abril.
A ARC Sport esteve mais uma vez presente no Vodafone Rally de Portugal no apoio a Ricardo Moura e António Costa. A dedicação total demonstrada por toda equipa de Aguiar da Beira ao longo da prova, terminou mais cedo do que se previa.
“Este é na verdade um rali onde o Ricardo Moura se pode queixar da sorte. Depois de uma prestação fabulosa no primeiro dia, não merecia o azar que teve hoje. Pelo nosso lado, tudo fizemos para que as coisas corressem da melhor maneira, mas os ralis estão carregados de imprevistos. Vamos continuar a trabalhar com o mesmo entusiasmo e dedicação, a pensar já nos Rali dos Açores dentro de quinze dias”, concluiu Augusto Ramiro.
Ramos Pardal
Rali de Portugal: Ogier faz o «poker» em Loulé

Seis vitórias da Volkswagen em seis especiais neste segundo dia do Rali de
Portugal. Jari-Matti Latvala venceu as duas primeiras, Sebastien Ogier as quatro
que se seguiram, concluindo o dia com mais uma performance esmagadora em Loulé,
tirando 6,7s ao tempo de Mikko Hirvonen (Citroen). O piloto da Citroen, que bateu Latvala, contudo, já admite que não deverá conseguir chegar a Ogier, pelo que o seu caminho será chegar com o carro intacto ao final do Rali e, dessa feita, somar ao seu pecúlio os respetivos pontos.
Hirvonen terá de usar pneus usados em todas as especiais de domingo, onde se destaca a de Almodovar que tem uma extenção de 52,30 km.
Feiras as contas, Ogier tem uma vantagem de 34,8s para Latvala e de 1m08.5s para Hirvonen. Vantagem muito confortável e que, salvo qualquer contratempo, lhe deverá valer a vitória no Rali de Portugal, a terceira da sua carreira.
Classificação da especial de Loulé 2 (SS11):
1. Sebastien Ogier (Volkswagen), 15m18.4s
2. Mikko Hirvonen (Citroen), +6,7s
3. Jari-Matti Latvala (Volkswagen), +12,5s
4. Mads Ostberg (M-Sport), +16,2s
5. Andreas Mikkelsen (Volkswagen), +25.2s
6. Evgeny Novikov (M-Sport), +26.5s
7. Nasser Al-Attiyah (Qatar M-Sport), +27.7s
8. Denis Kuipers (Qatar M-Sport), +45.6s
9. Esapekka Lappi (Skoda Motorsports), +58.5s
10. Sepp Wiegand (Skoda Deutchland), +1m01.2s
Classificação geral após onze especiais:
1. Sebastien Ogier (Volkswagen), 2h36m55.1s
2. Jari-Matti Latvala (Volkswagen), +34.8s
3. Mikko Hirvonen (Citroen), +1m08.5s
4. Evgeny Novikov (M-Sport), +4m23.9s
5. Nasser Al-Attiyah (Qatar M-Sport), +6m19.2s
6. Andreas Mikkelson (Volkswagen), +7m22.3s
7. Denis Kuipers (Qatar M-Sport), +8m29.0s
8. Esapekka Lappi (Skoda Motorsport), +10m49.3s
9. Al Qassimi (Abu Dhabi Citroen), +11m09.9s
10. Martin Prokop (Jipocar), +8m36.0s
Pedro Lamy regressa ao Mundial de Resistência (WEC) inscrito na equipa oficial da Aston Martin
Pedro Lamy está de regresso ao Campeonato do Mundo de Resistência, que terá em Silverstone, Inglaterra, já este fim-de-semana, a primeira jornada da temporada. Inscrito pela equipa oficial da Aston Martin, o piloto português terá como companheiros de equipa no Vantage GTE nº 99, o americano Paul Dalla Lana e o francês Frederic Makowiecki. Com uma duração de 6 horas e uma lista de inscritos bastante interessante, a prova inaugural do Mundial de Resistência (WEC), promete muita animação durante todo o fim-de-semana. “Será certamente uma corrida bastante disputada. Vamos ter adversários muito fortes com máquinas também muito competitivas, pelo que teremos que nos esforçar bastante se quisermos conquistar uma boa classificação. O Frederic (Makowiecki) é um piloto muito experiente e rápido, pelo que será também uma mais-valia para a nossa equipa”, afirmou Pedro Lamy que está inscrito na categoria GTE Pro, uma das mais competitivas do Mundial. A Aston Martin Racing inscreveu para a categoria GTE Pro duas viaturas, o Vantage GTE nº 97 que terá como pilotos Darren Turner, Bruno Senna e Stefan Mucke e o Vantage GTE nº 99 para Pedro Lamy, Paul Dalla Lana e Frederic Makowiecki. Os treinos livres e de qualificação terão lugar na sexta-feira e sábado. As 6 Horas de Silverstone podem ser seguidas em direto no Motors TV a partir das 11h30m de Domingo (Hora em Portugal).
Ramos Pardal
Ramos Pardal
Lewis Hamilton faz a pole no Circuito de Xangai !
O piloto britânico da Mercedes foi, este sábado, o mais rápido na fase de qualificação para a terceira prova do Campeonato do Mundo de Fórmula 1.
Lewis Hamilton conseguiu a sua primeira ‘pole position’ ao serviço da marca alemã, ao cumprir os 5.541 metros do circuito de Xangai em 1.34,484 minutos, menos 277 milésimos de segundo do que o finlandês Kimi Raikkonen, da Lotus, campeão em 2007, que obteve o segundo melhor tempo.
Atrás destes dois pilotos na grelha de partida, vai sair o espanhol Fernando Alonso, em Ferrari, campeão do Mundo em 2005 e 2006, tendo ao seu lado o alemão Nico Rosberg (Mercedes), que foi quarto na qualificação.
Ramos Pardal
Rali de Portugal: Ogier termina manhã a vencer
Sebastien Ogier (Volkswagen) reforçou a liderança no Rali de Portugal com uma vitória na especial de Loulé, a última da manhã.
O piloto francês cumpriu o troço de 22,78km em 15m23.4s, gastando menos 4s certos do que o seu companheiro de equipa e principal rival na geral Jari-Matti Latvala.
Mikko Hirvonen (Citroen) continua sem conseguir colar na dupla da Volkswagen, repetindo o terceiro tempo, a mais de 14s de Ogier. A diferença na geral, por isso, também aumentou. O finlandês tem de recupera agora 37,2s. Tarefa dura, claro está.
A partir deste trio, a diferença é já enorme para a frente. Evgeny Novikov (M-Sport), continua com o quarto lugar no Rali, depois de ter sido sexto na especial, atrás de Mads Ostberg e Andreas Mikkelson. Está a 2m51s de Ogier.
Os pilotos seguem agora para o Estádio do Algarve para o reagrupamento. De tarde, voltam a cumprir as mesmas três classificativas da manhã. A primeira, em Santana da Serra, começa pelas 15h09m.
Classificação da especial de Loulé 1 (SS8):
1. Sebastien Ogier (Volkswagen), 15m23.4s
2. Jari-Matti Latvala (Volkswagen), +4s
3. Mikko Hirvonen (Citroen), +14,2s
4. Mads Ostberg (M-Sport), +29.9s
5. Andreas Mikkelson (Volkswagen), +34,5s
6. Evgeny Novikov (M-Sport), +35.2s
7. Nasser Al-Attiyah (Qatar M-Sport), +43,9s
8. Martin Prokop (Jipocar), +54,4s
9. Denis Kuipers (Qatar M-Sport), +56,1s
10. Michal Kosciuszko (Lotos), +58,8s
Classificação geral após seis especiais:
1. Sebastien Ogier (Volkswagen), 1h43m25.8s
2. Jari-Matti Latvala (Volkswagen), +14,1s
3. Mikko Hirvonen (Citroen), +37,2s
4. Evgeny Novikov (M-Sport), +2m51,6s
5. Nasser Al-Attiyah (Qatar M-Sport), 4m36,7s
6. Martin Prokop (Jipocar), +5m24,9s
7. Michal Kosciuszko (Lotos), +5m33,7s
8. Denis Kuipers (Qatar M-Sport), +5m44.5s
9. Andreas Mikkelson (Volkswagen), +6m58,1s
10. Al Qassimi (Abu Dhabi Citroen), +7m28,5s
O piloto francês cumpriu o troço de 22,78km em 15m23.4s, gastando menos 4s certos do que o seu companheiro de equipa e principal rival na geral Jari-Matti Latvala.
Mikko Hirvonen (Citroen) continua sem conseguir colar na dupla da Volkswagen, repetindo o terceiro tempo, a mais de 14s de Ogier. A diferença na geral, por isso, também aumentou. O finlandês tem de recupera agora 37,2s. Tarefa dura, claro está.
A partir deste trio, a diferença é já enorme para a frente. Evgeny Novikov (M-Sport), continua com o quarto lugar no Rali, depois de ter sido sexto na especial, atrás de Mads Ostberg e Andreas Mikkelson. Está a 2m51s de Ogier.
Os pilotos seguem agora para o Estádio do Algarve para o reagrupamento. De tarde, voltam a cumprir as mesmas três classificativas da manhã. A primeira, em Santana da Serra, começa pelas 15h09m.
Classificação da especial de Loulé 1 (SS8):
1. Sebastien Ogier (Volkswagen), 15m23.4s
2. Jari-Matti Latvala (Volkswagen), +4s
3. Mikko Hirvonen (Citroen), +14,2s
4. Mads Ostberg (M-Sport), +29.9s
5. Andreas Mikkelson (Volkswagen), +34,5s
6. Evgeny Novikov (M-Sport), +35.2s
7. Nasser Al-Attiyah (Qatar M-Sport), +43,9s
8. Martin Prokop (Jipocar), +54,4s
9. Denis Kuipers (Qatar M-Sport), +56,1s
10. Michal Kosciuszko (Lotos), +58,8s
Classificação geral após seis especiais:
1. Sebastien Ogier (Volkswagen), 1h43m25.8s
2. Jari-Matti Latvala (Volkswagen), +14,1s
3. Mikko Hirvonen (Citroen), +37,2s
4. Evgeny Novikov (M-Sport), +2m51,6s
5. Nasser Al-Attiyah (Qatar M-Sport), 4m36,7s
6. Martin Prokop (Jipocar), +5m24,9s
7. Michal Kosciuszko (Lotos), +5m33,7s
8. Denis Kuipers (Qatar M-Sport), +5m44.5s
9. Andreas Mikkelson (Volkswagen), +6m58,1s
10. Al Qassimi (Abu Dhabi Citroen), +7m28,5s
Ramos Pardal
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Vodafone Rally de Portugal 2013 começa com emoções fortes e já teve dois líderes
A espera terminou nesta manhã de sexta-feira com pilotos e máquinas a irem para a estrada para mais uma edição do Vodafone Rally de Portugal. O início da acção não podia ter sido mais emotivo, com a quarta prova do Campeonato do Mundo de Ralis de 2013 a conhecer dois líderes à geral e três vencedores nas quatro classificativas já disputadas antes da Super Especial de Lisboa que vai animar o já muito público presente, na Praça do Império, a partir das 18h05.
O líder do Mundial, Sébastien Ogier, foi quem arrancou melhor, mas depois da vitória no troço de abertura do Rally, Mú 1, a verdade é que o piloto da Volkswagen Motorsport não logrou mais nenhum triunfo até à chegada a Lisboa. Ainda assim, e depois de ser superado à geral pelo vencedor do ano passado, Mads Ostberg, o gaulês viu a sorte bater à sua porta quando o norueguês, que venceu a primeira passagem por Ourique, teve uma saída de estrada. O piloto da Qatar M-Sport WRT cortou em demasia uma curva na segunda visita a Mú e o Ford Fiesta RS WRC ressaltou, acabando por capotar. Um contratempo que deixou o piloto à beira da estrada.
Enquanto isso, Ogier saltava para a frente, mas viu-se a braços com a escolha de pneus; com borrachas macias montadas no VW Polo R WRC, o líder do Campeonato teve de refrear o ritmo e foi batido nas restantes três especiais de terra de hoje pelo espanhol Dani Sordo.
O piloto da Citroën Total Abu Dhabi Team, que ontem foi o mais rápido no Qualifying Stage e optou por partir de último entre os WRC, apresentou-se muito forte, ao vencer as duas últimas classificativas que antecederam Lisboa, e atacou forte a primeira posição. De facto, o ritmo de Sordo é tal, que só não saltou já para a liderança do Vodafone Rally de Portugal porque no primeiro troço do dia perdeu 10 segundos, o que o fez chegar à Praça do Império a 2,4s da primeira posição.
Bem posicionado está também Jari-Matti Latvala. O finlandês da Volkswagen Motorsport nunca se sentiu muito confortável em solo português, mas tal não parece ser a situação neste momento já que o piloto ocupa o terceiro posto, a 11,3 segundos da frente, enquanto Mikko Hirvonen, da Citroën Total Abu Dhabi, está no quarto posto, a quase mais seis segundos de distância. A fechar a lista dos cinco primeiros está Thierry Neuville, que aumentou o ritmo, no comando do Fiesta RS WRC, ao longo do dia.
Esapekka Lappi é o líder confortável do WRC2, enquanto a categoria WRC3 está a ser dominada por Keith Cronin. Martin Koci destaca-se no Campeonato Júnior. Já no capítulo nacional, Ricardo Moura e Bruno Magalhães estavam a travar uma luta ao segundo, mas este último parou na ligação com problemas no alternador do Peugeot 207 S2000. Assim, Pedro Meireles herdou a segunda posição, logo seguido por por Miguel Jorge Barbosa.
Chegados a Lisboa, com milhares de espetadores a presenciar, pouco havia a ganhar e muito a perder, se fosse o caso de algum percalço. Mikko Hirvonen quis brilhar mais alto e venceu, logo seguido por Sébastien Ogier, Jari-Matti Latvala, Dani Sordo e Thierry Neuville. A consequência foi Ogier dilatar de 2,4 para 4,4 segundos para Sordo no final deste dia. Latvala manteve o terceiro posto.
Para amanhã as equipas terão seis classificativas pela frente. Santana da Serra, Vascão e Loulé serão percorridas por duas vezes, a partir das 10h09 num total de 158,54 quilómetros. Mads Ostberg, que regressa à competição após o abandono de hoje, será o primeiro na estrada porque os WRC partem por ordem inversa de classificação.
Fonte: Rallye de Portugal
Ramos Pardal
Subscrever:
Mensagens (Atom)









