Hélder Rodrigues voltou a ser o melhor português na 5ª etapa do Dakar. O piloto
da Honda continua a sua paulatina recuperação, depois de ter ficado aquém do
esperado nas primeiras três etapas. Desta feita, quando terminou a sua prova
estava no quinto lugar, mas com a chegada de outros participantes com melhor
tempo, acabou por cair três posições.
O tempo do português foi inferior
a David Casteau (Yamaha), vencedor da etapa, em 4m52s. Acabou por terminar
atrás, também, de Cyril Despres (KTM), o grande favorito, que foi quinto
classificado, com um registo melhor 45s do que o de Hélder Rodrigues.
Com este resultado, o português sobe ao 12º lugar da geral, sendo que
era 16º quando partiu de Arequipa, esta manhã. Está a 25m58s do líder.
A
etapa trouxe, também, boas notícias para outro português. Ruben Faria (KTM)
terminou em 13º e subiu ao quarto lugar da geral, uma ascensão de dois lugares.
Logo atrás de Ruben Faria terminou Paulo Gonçalves que, ao ser 14º, subiu também
na geral, onde ocupa agora o 16º posto (era 21º à partida).
Destaque
ainda para a excelente etapa do estreante Mário Patrão, que rodou sempre nos 30
primeiros e terminou em 28º, o que lhe permitiu dar um novo salto na geral, onde
é, agora, o 50º.
Nesta altura a única informação disponível sobre a
prestação de Pedro Bianchi Prata foi o seu tempo de passagem no primeiro
«way-point», onde foi 41º. A partir daí não há qualquer menção ao português que
poderá ter tido problemas durante o percurso.
O francês Olivier Pain
(Yamaha) está a ser a grande surpresa desta primeira semana do Dakar. Terminou
no segundo lugar da etapa de hoje, atrás do compatriota David Casteau, e segurou
a liderança na geral, cavando já um fosso de mais de 6 minutos para Cyril
Despres, que foi quarto e é terceiro da geral.
A etapa foi desastrosa
para Juan Barreda (Husqvarna), companheiro de equipa de Paulo Gonçalves. O
espanhol, que já venceu uma etapa, ficou parado ao quilómetro 72 com um problema
na bomba de gasolina. Acabou a etapa com três horas de atraso e caiu para o 54º
lugar!
Classificação da 5ª etapa:
1. David
Casteau, FRA (Yamaha), 1h39m42s
2. Olivier Pain, FRA (Yamaha), +1m09s
3.
Juan Pedrero, ESP (KTM), +2m58s
4. Alessandro Botturi, ITA (Husqvarna),
+3m25s
5. Cyril Despres, FRA (KTM), +4m07s
…
8. Hélder
Rodrigues, POR (Honda), +4m52s
…
13. Ruben Faria, POR
(KTM), +6m04s
14. Paulo Gonçalves, POR (Husqvarna),
+6m27s
…
28. Mário Patrão, POR (Suzuki),
+16m33s
Classificação geral após a 5ª etapa:
1. Olivier Pain, FRA (Yamaha), 11h51m29s
2. David Casteau,
FRA (Yamaha), +1m15s
3. Cyril Despres, FRA (KTM), +6m07s
4. Ruben
Faria, POR (KTM), +13m34s
5. Jordi Viladoms, ESP (Husqvarna),
+13m36s
6. Chaleco Lopez, CHI (KTM),
7. Alessandro Botturi, ITA
(Husqvarna), +14m
8. Jakub Przygonski, POL (KTM), +19m
9. Stefan Svitko,
ESL (KTM),
10. Daniel Gouet, CHI (Honda)
...
12. Hélder
Rodrigues, POR (Honda), +25m58s
...
16. Paulo Gonçalves,
POR (Husqvarna)
...
51. Mário Patrão, POR
(Suzuki)
Ramos Pardal
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Africa Race 2013: Schlesser vence, Elisabete Jacinto no pódio
Elisabete Jacinto, aos comandos de um MAN, terminou a quinta edição do Africa
Eco Race em terceiro lugar da classificação de camiões, posicionando-se em
sétimo na classificação geral conjunta.
A 11.ª e última etapa, de 23 quilómetros nas margens do Lago Rosa, em Dakar, foi apenas de consagração, com a partida a ser dada a grupos de cinco concorrentes de cada vez, valendo os tempos registados na véspera.
O grande favorito, o francês Jean-Louis Schlesser, em Schlesser, foi o esperado vencedor da competição, com um total de 37:09.45 horas. Em segundo lugar, a 3:07.08, ficou o Kamaz do russo Anton Shibalov.
Jacinto, que fez equipa com José Marques e Marco Cochico, concluiu em sétimo, a 7:34.29 horas de Schlesser, fechando o pódio de camiões, atrás de Shibalov e do checo Tomas Momacek (Tatra).
O camião da Oleoban/Man Portugal acabou por ser a melhor formação lusa em prova, bem à frente do 17.º lugar do Nissan de Paulo Ferreira e Jorge Monteiro, que ficou a 26:41.20 dos primeiros.
Nas motas, ganhou o belga Martin Fontyn (KTM), com o total de 53:52.34, deixando o holandês Guillaume Martens (KTM) a 32.25.
“Esta especial é sempre muito divertida de fazer por ser muito rápida, pelo seu formato e pela beleza deste lugar. É uma grande alegria chegar ao fim do rali, deu-nos um enorme gozo terminar mais um Africa Race e estamos muito contentes com os resultados que alcançámos", disse Elisabete Jacinto, no final da competição.
Para a piloto portuguesa, os resultados "espelham o trabalho desenvolvido ao longo de anos de dedicação", pelo que o regresso a Portugal é feito "com o sentido de dever cumprido".
“Vencemos duas especiais muito complicadas, ficámos no pódio dos camiões e conseguimos figurar entre os 10 primeiros da classificação geral, o balanço não podia ser mais positivo. O sentimento entre os membros da equipa é de felicidade”, acrescentou.
Ramos Pardal
Foto;aifa
A 11.ª e última etapa, de 23 quilómetros nas margens do Lago Rosa, em Dakar, foi apenas de consagração, com a partida a ser dada a grupos de cinco concorrentes de cada vez, valendo os tempos registados na véspera.
O grande favorito, o francês Jean-Louis Schlesser, em Schlesser, foi o esperado vencedor da competição, com um total de 37:09.45 horas. Em segundo lugar, a 3:07.08, ficou o Kamaz do russo Anton Shibalov.
Jacinto, que fez equipa com José Marques e Marco Cochico, concluiu em sétimo, a 7:34.29 horas de Schlesser, fechando o pódio de camiões, atrás de Shibalov e do checo Tomas Momacek (Tatra).
O camião da Oleoban/Man Portugal acabou por ser a melhor formação lusa em prova, bem à frente do 17.º lugar do Nissan de Paulo Ferreira e Jorge Monteiro, que ficou a 26:41.20 dos primeiros.
Nas motas, ganhou o belga Martin Fontyn (KTM), com o total de 53:52.34, deixando o holandês Guillaume Martens (KTM) a 32.25.
“Esta especial é sempre muito divertida de fazer por ser muito rápida, pelo seu formato e pela beleza deste lugar. É uma grande alegria chegar ao fim do rali, deu-nos um enorme gozo terminar mais um Africa Race e estamos muito contentes com os resultados que alcançámos", disse Elisabete Jacinto, no final da competição.
Para a piloto portuguesa, os resultados "espelham o trabalho desenvolvido ao longo de anos de dedicação", pelo que o regresso a Portugal é feito "com o sentido de dever cumprido".
“Vencemos duas especiais muito complicadas, ficámos no pódio dos camiões e conseguimos figurar entre os 10 primeiros da classificação geral, o balanço não podia ser mais positivo. O sentimento entre os membros da equipa é de felicidade”, acrescentou.
Ramos Pardal
Foto;aifa
Portugal avança com Trofeu Peugeot 208 R2
Em comunicado oficial a Peugeot Portugal confirmou o apoio á realização do Troféu Peugeot 208 R2, que terá a Exporacing como seu organizador.
Segundo foi dado a conhecer, a competição será composta por seis provas de asfalto, num calendário que ainda não está definido.
Segundo o comunicado, “apesar do duro contexto que o sector automóvel atravessa, a Peugeot Portugal não quis deixar de apadrinhar o projecto, associando-se uma vez mais à competição automóvel, desta feita com o modelo 208, actual número um de vendas no mercado português. Esta iniciativa conta ainda com o apoio da Total, que assim reforça o seu envolvimento no desporto motorizado nacional”, avança a Peugeot Portugal.
O projecto está a ser desenvolvido pela Exporacing, empresa liderada por José Costa e que já organiza o Desafio Modelstand no Campeonato Open de Ralis, com o sucesso que se conhece.
Ramos Pardal
Segundo foi dado a conhecer, a competição será composta por seis provas de asfalto, num calendário que ainda não está definido.
Segundo o comunicado, “apesar do duro contexto que o sector automóvel atravessa, a Peugeot Portugal não quis deixar de apadrinhar o projecto, associando-se uma vez mais à competição automóvel, desta feita com o modelo 208, actual número um de vendas no mercado português. Esta iniciativa conta ainda com o apoio da Total, que assim reforça o seu envolvimento no desporto motorizado nacional”, avança a Peugeot Portugal.
O projecto está a ser desenvolvido pela Exporacing, empresa liderada por José Costa e que já organiza o Desafio Modelstand no Campeonato Open de Ralis, com o sucesso que se conhece.
Ramos Pardal
sábado, 5 de janeiro de 2013
Dakar 2013 - Carlos Sainz na frente
Carlos Sainz começou da melhor forma o Dakar
2013, ao vencer a curta especial de
abertura da prova. No pólo oposto, Robby Gordon foi o primeiro a ter problemas neste Dakar, com o seu Hummer a ficar cerca de dez minutos parado em plena especial, cedendo um total de 10m35s para Sainz. O argentino Lucio Alvarez, no bem preparado Toyota, foi segundo, a oito segundos do espanhol, com Nasser Nasser Al-Attiyah e Guerlain Chicherit (Team SMG) ex-eaquo a 10 segundos do melhor tempo. Quinto classificado, Ronan Chabot confirma a competitividade dos buggies do Team SMG, ficando logo atrás do seu colega de equipa. Stéphane Peterhansel foi sexto, juntamente com a dupla polaco-portuguesa, Krzysztof Holowczyc e Filipe Palmeiro (e ainda o russo Novitskiy), todos empatados a 34s do líder. Giniel de Villiers (Toyota) foi nono e Nani Roma (MINI) fechou o top 10. Carlos Sousa e Miguel Ramalho, em Great Wall foram apenas 18º, uma posição atrás de Orlando Terranova e Paulo Fiúza, outros dos navegadores lusos presentes na prova. O colega de equipa de Carlos Sousa na Great Wall, o chinês Zhou foi 28º, perdendo 1m15 para Sainz
Ramos Pardal
2013, ao vencer a curta especial de
abertura da prova. No pólo oposto, Robby Gordon foi o primeiro a ter problemas neste Dakar, com o seu Hummer a ficar cerca de dez minutos parado em plena especial, cedendo um total de 10m35s para Sainz. O argentino Lucio Alvarez, no bem preparado Toyota, foi segundo, a oito segundos do espanhol, com Nasser Nasser Al-Attiyah e Guerlain Chicherit (Team SMG) ex-eaquo a 10 segundos do melhor tempo. Quinto classificado, Ronan Chabot confirma a competitividade dos buggies do Team SMG, ficando logo atrás do seu colega de equipa. Stéphane Peterhansel foi sexto, juntamente com a dupla polaco-portuguesa, Krzysztof Holowczyc e Filipe Palmeiro (e ainda o russo Novitskiy), todos empatados a 34s do líder. Giniel de Villiers (Toyota) foi nono e Nani Roma (MINI) fechou o top 10. Carlos Sousa e Miguel Ramalho, em Great Wall foram apenas 18º, uma posição atrás de Orlando Terranova e Paulo Fiúza, outros dos navegadores lusos presentes na prova. O colega de equipa de Carlos Sousa na Great Wall, o chinês Zhou foi 28º, perdendo 1m15 para SainzRamos Pardal
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Kopecky lidera Jannerallye
A primeira etapa do Jannerallye foi marcada pelas difíceis e diversas condições climatéricas, num dia onde neve, chuva e nevoeiro se dividiram pelas dez provas especiais de classificação da primeira etapa do Europeu de Ralis 2013.
Jan Kopecky assumiu a liderança logo na especial de abertura, mas na segunda o checo cedeu vinte sete segundos para Raimund Baumschlager que desta forma começava a recuperar o tempo perdido na especial de abertura, depois de uma escolha errada de pneus para essa especial, mas que se revelou mais acertada para os troços seguintes que se apresentaram repletos de gelo, fechando a primeira secção a apenas dois segundos de Kopecky, enquanto Vaclav Pech ocupava o terceiro lugar a distância idêntica de Kopecky.
Na segunda ronda pelos troços foi a vez de Baumschlager assumir a liderança da prova, mas Kopecky viria a recuperá-la no sexto troço, com as especiais a mostrarem-se agora mais chuvas com neve e alguma terra.
A vantagem de Kopecky não era significativa para Baumschlaher, mas agora o piloto que o começava a ameaçar era o francês Bryan Bouffier, que depois de um início um pouco apagado, veio a subir ao longo da etapa, fechando o primeiro dia de competição a vinte segundos do Skoda.
Raimund Baumschlager terminou a primeira etapa no terceiro posto, com o austríaco a dizer que agora a sua principal preocupação é o Campeonato austríaco, embora se mostre com vontade de defender este lugar do checo Vaclav Pech, que leva para já o MINI JCW S2000 ao quarto posto, tendo sido um dos vencedores de especiais da etapa de hoje, num dia onde ainda assim cometeu muitos erros.
No quinto posto surge o experiente François Delecour, que nesta sua estreia com a Kronos acabou por ter uma primeira etapa bastante regular, apesar de ter feito três especiais com a manete da caixa de velocidades partida, tendo ainda sido alvo de uma penalização de um minuto por ter entrado por avanço num controlo horário.
Em Subaru Impreza Sti, Kajetan Kajetanowicz é o melhor entre os Grupo N convencionais, seguido do austríaco Beppo Harrach, que na fase inicial da etapa ainda andou pelo pódio.
Classificação Após 1ª Etapa:
1º Jan Kopecky/Pavel Dresler – Skoda Fabia S2000 – 1h30m36,5s
2º Bryan Bouffier/Olivier Fournier – Peugeot 207 S2000 a 20,2s
3º Raimund Baumschlaer/Klaus Wicha – Skoda Fabia S2000 a 38,9s
4º Vaclav Pech/Petr Uhel – MINI JCW S2000 a 2m24,7s
5º François Delecour/Dominique Savignoni – Peugeot 207 S2000 a 2m49,s
6º Kajetan Kajetanowicz/Jaroslav Baran – Subaru Impreza Sti a 2m53,3s
7º Beppo Harrach/Leopold Welsersheimb – Mitsubishi Lancer Evo IX a 3m20,6s
8º Jaroslav Orsak/David Smeidler – Mitsubishi Lancer Evo IX a 3m50,3s
Fonte : Sportmotores
Fotos:Autosport.cz
Ramos Pardal
Jan Kopecky assumiu a liderança logo na especial de abertura, mas na segunda o checo cedeu vinte sete segundos para Raimund Baumschlager que desta forma começava a recuperar o tempo perdido na especial de abertura, depois de uma escolha errada de pneus para essa especial, mas que se revelou mais acertada para os troços seguintes que se apresentaram repletos de gelo, fechando a primeira secção a apenas dois segundos de Kopecky, enquanto Vaclav Pech ocupava o terceiro lugar a distância idêntica de Kopecky.
Na segunda ronda pelos troços foi a vez de Baumschlager assumir a liderança da prova, mas Kopecky viria a recuperá-la no sexto troço, com as especiais a mostrarem-se agora mais chuvas com neve e alguma terra.
A vantagem de Kopecky não era significativa para Baumschlaher, mas agora o piloto que o começava a ameaçar era o francês Bryan Bouffier, que depois de um início um pouco apagado, veio a subir ao longo da etapa, fechando o primeiro dia de competição a vinte segundos do Skoda.
Raimund Baumschlager terminou a primeira etapa no terceiro posto, com o austríaco a dizer que agora a sua principal preocupação é o Campeonato austríaco, embora se mostre com vontade de defender este lugar do checo Vaclav Pech, que leva para já o MINI JCW S2000 ao quarto posto, tendo sido um dos vencedores de especiais da etapa de hoje, num dia onde ainda assim cometeu muitos erros.
No quinto posto surge o experiente François Delecour, que nesta sua estreia com a Kronos acabou por ter uma primeira etapa bastante regular, apesar de ter feito três especiais com a manete da caixa de velocidades partida, tendo ainda sido alvo de uma penalização de um minuto por ter entrado por avanço num controlo horário.
Em Subaru Impreza Sti, Kajetan Kajetanowicz é o melhor entre os Grupo N convencionais, seguido do austríaco Beppo Harrach, que na fase inicial da etapa ainda andou pelo pódio.
Classificação Após 1ª Etapa:
1º Jan Kopecky/Pavel Dresler – Skoda Fabia S2000 – 1h30m36,5s
2º Bryan Bouffier/Olivier Fournier – Peugeot 207 S2000 a 20,2s
3º Raimund Baumschlaer/Klaus Wicha – Skoda Fabia S2000 a 38,9s
4º Vaclav Pech/Petr Uhel – MINI JCW S2000 a 2m24,7s
5º François Delecour/Dominique Savignoni – Peugeot 207 S2000 a 2m49,s
6º Kajetan Kajetanowicz/Jaroslav Baran – Subaru Impreza Sti a 2m53,3s
7º Beppo Harrach/Leopold Welsersheimb – Mitsubishi Lancer Evo IX a 3m20,6s
8º Jaroslav Orsak/David Smeidler – Mitsubishi Lancer Evo IX a 3m50,3s
Fonte : Sportmotores
Fotos:Autosport.cz
Ramos Pardal
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Delecour confirmado no ERC , em 10 provas.
François Delecour aguardava por luz verde para confirmar o seu projecto para
2013, que irá contemplar pelo menos dez provas no Campeonato Europeu de
Ralis.
Em entrevista o veterano francês adiantou que espera: " fazer dez provas este ano, é o que está previsto, para além do campeonato romeno, pelo que vai ser definitivamente um ano ocupado."
"Sinto-me muito mais preparado do que na temporada passada, porque tenho competido regularmente e tenho um projecto com um carro devidamente desenvolvido, com a possibilidade de o testar também."
"Isso faz realmente a diferença. É algo parecido com aquilo que encontramos num projecto de uma equipa de fábrica, logo estou muito, muito contente."
O Janner Rallye arranca no próximo final de semana na Áustria, abrindo as hostilidades do Campeonato Europeu. Delecour teve ontem oportunidade de testar com a Kronos, que lhe irá preparar o 207 Super 2000.
Foto:Ivo Nesrovnal - eWRC.cz
Mais fotos neste link ;http://www.ewrc.cz/ewrc/image_browse.php?id=103949l
Ramos Pardal
Em entrevista o veterano francês adiantou que espera: " fazer dez provas este ano, é o que está previsto, para além do campeonato romeno, pelo que vai ser definitivamente um ano ocupado."
"Sinto-me muito mais preparado do que na temporada passada, porque tenho competido regularmente e tenho um projecto com um carro devidamente desenvolvido, com a possibilidade de o testar também."
"Isso faz realmente a diferença. É algo parecido com aquilo que encontramos num projecto de uma equipa de fábrica, logo estou muito, muito contente."
O Janner Rallye arranca no próximo final de semana na Áustria, abrindo as hostilidades do Campeonato Europeu. Delecour teve ontem oportunidade de testar com a Kronos, que lhe irá preparar o 207 Super 2000.
Foto:Ivo Nesrovnal - eWRC.cz
Mais fotos neste link ;http://www.ewrc.cz/ewrc/image_browse.php?id=103949l
Ramos Pardal
AFRICA RACE: Elisabete Jacinto bateu o Kamaz
A piloto do Team Oleoban/MAN Portugal venceu hoje a quarta e penúltima etapa dos camiões do Africa Eco Race, reforçando o segundo lugar na categoria.
Elisabete Jacinto conseguiu reduzir para 16 minutos a diferença para os líderes dos camiões, os russos da Kamaz, que hoje terminaram no segundo posto, perdendo 11.51 minutos para Elisabete Jacinto.
“Estamos todos muito felizes com o resultado de hoje. Arrancámos bem e mantivemos um bom ritmo. Sem dúvida que ficámos muito encorajados por termos conseguido passar os russos”, referiu a piloto, citada pela sua assessoria de imprensa.
A piloto fez ainda referencia a um episódio ocorrido durante a etapa de hoje: “Gostei do traçado e imprimi um bom ritmo. A certa altura vejo o Tatra parado e entusiasmei-me um bocadinho. Agora os traços de camião que via marcados na terra eram seguramente do Kamaz e comecei a perceber o seu tipo de condução.”
“Sem dar por ela comecei a competir com os rastos, e o ritmo aumentou. Mais ou menos a 100 km do fim vejo o Kamaz ao longe, e o entusiasmo aumentou um bocadão. Aproximei-me e deixou-me passar. Foi o meu momento de glória. Só me apetecia rir. Sabia que me ia ultrapassar mais cedo ou mais tarde, mas não me importava. Eu ia na frente!”
“Entrei depressa demais num oued com grandes tufos de ervas, não consegui desdobrar a direcção a tempo, subi o morro, o camião desequilibrou-se para o lado, e encostou-se a outro grande tufo. Ficou quase deitado.”
“Quando conseguimos abrir a porta, já o Kamaz estava devidamente posicionado para nos puxar. Rapazes eficientes! Os estragos foram pequenos, e voltámos a partir outra vez na bisga.
Ganhei a especial. Tive hoje o meu momento de glória, mas também uma grande lição: Tenho de pôr a cabeça no lugar!”
Ramos Pardal
Foto: Aifa
Elisabete Jacinto conseguiu reduzir para 16 minutos a diferença para os líderes dos camiões, os russos da Kamaz, que hoje terminaram no segundo posto, perdendo 11.51 minutos para Elisabete Jacinto.
“Estamos todos muito felizes com o resultado de hoje. Arrancámos bem e mantivemos um bom ritmo. Sem dúvida que ficámos muito encorajados por termos conseguido passar os russos”, referiu a piloto, citada pela sua assessoria de imprensa.
A piloto fez ainda referencia a um episódio ocorrido durante a etapa de hoje: “Gostei do traçado e imprimi um bom ritmo. A certa altura vejo o Tatra parado e entusiasmei-me um bocadinho. Agora os traços de camião que via marcados na terra eram seguramente do Kamaz e comecei a perceber o seu tipo de condução.”
“Sem dar por ela comecei a competir com os rastos, e o ritmo aumentou. Mais ou menos a 100 km do fim vejo o Kamaz ao longe, e o entusiasmo aumentou um bocadão. Aproximei-me e deixou-me passar. Foi o meu momento de glória. Só me apetecia rir. Sabia que me ia ultrapassar mais cedo ou mais tarde, mas não me importava. Eu ia na frente!”
“Entrei depressa demais num oued com grandes tufos de ervas, não consegui desdobrar a direcção a tempo, subi o morro, o camião desequilibrou-se para o lado, e encostou-se a outro grande tufo. Ficou quase deitado.”
“Quando conseguimos abrir a porta, já o Kamaz estava devidamente posicionado para nos puxar. Rapazes eficientes! Os estragos foram pequenos, e voltámos a partir outra vez na bisga.
Ganhei a especial. Tive hoje o meu momento de glória, mas também uma grande lição: Tenho de pôr a cabeça no lugar!”
Ramos Pardal
Foto: Aifa
"Félix da Costa é único" - Opinião de Julian Rouse, diretor da sua equipa na Fórmula Renault 3.5
Julian Rouse, diretor desportivo da Arden, a equipa que António Félix da Costa
representou na Fórmula Renault 3.5 em 2012 teceu rasgados elogios ao piloto
português, sobretudo pela forma profissional como lidou com os dois campeonatos
e equipas diferentes que representou ao longo da época. Recorde-se que Félix da Costa, para além da Fórmula Renault, também competiu na GP3 Series e, em parte, disputou as duas provas em simultâneo por equipas...rivais. Na GP3, onde iniciou a época, o português representou a Carlin, mas a meio da temporada, quando entrou no programa para jovens pilotos da Red Bull, passou a disputar a Fórmula Renault pela Arden.
Ora, a Arden era, precisamente, a equipa de Mitch Evans, rival de Félix da Costa na GP3, mas Rouse sublinha a forma extraordinária como o português lidou com este assunto delicado.
“Foi uma prova inequívoca da personalidade do António e do seu profissionalismo. Nunca deixou que os dois programas se cruzassem”, descreveu.
António Félix da Costa é o oitavo melhor piloto do ano
Rouse
acrescentou que pensa não haver “muita gente capaz de gerir uma situação
daquelas e ainda produzir resultados” como fez Félix da Costa, vencedor de três
corridas na GP3 e quatro na Fórmula Renault. “Ele é único. Tem um nível alto de inteligência e habilidade para motivar as pessoas à sua volta. E esse é um fator chave”, completou.
Ramos Pardal
F 1 - Um resumo alucinante da fantástica temporada de 2012

Ainda se lembra de todos os momentos da temporada de 2012 na Fórmula 1? De
certeza? Não acha que vale a pena recordar?O vídeo abaixo é da autoria da «SkySports Itália» e é um resumo detalhado mas, ao mesmo tempo, alucinante daquilo que foi a época, descrita quase unanimemente como uma das mais emocionantes de sempre.
Dois oito vencedores diferentes ao duelo Vettel-Alonso. Dos acidentes às mais brilhantes ultrapassagens. Dos festejos exuberantes aos momentos caricatos. Passando também por todo o glamour que sempre envolve o «Grande Circo», este ano visitado por estrelas mundiais como Owen Wilson, Katy Perry, Matt Le Blanc, Nicole Scherzinger, Ronaldo «Fenómeno» e muitos outros.
O acidente de Spa, a histórica vitória de Maldonado em Barcelona, a performance de Raikkonen em Abu Dhabi, o mergulho para o lago de Mark Webber no Mónaco...Está aqui absolutamente tudo.
Se há vídeos que foram criados para verdadeiros fãs de Fórmula 1, este é um deles. Se o for, será impossível não gostar.
Ramos Pardal
Dani Sordo: Quero triunfar no regresso à Citroen
Dani Sordo garante que a vontade de vencer no WRC é agora maior do que nunca. O
piloto espanhol, que regressa à Citroen em 2013, diz que o tempo que passou
longe de um lugar a tempo inteiro no Mundial de Ralis lhe aumentou o desejo de
vitórias.
“Estou mais faminto do que nunca. E as minhas condições ao volante estão como sempre. O único pequeno problema pode ser lugares como o México. Não estive lá no ano passado e, por isso, meio rali será completamente novo para mim”, afirmou.
Recorde-se que Sordo cedeu o seu lugar a Sebastien Ogier, na Citroen, no final de 2010. Depois passou pela Mini Prodrive onde conseguiu dois segundos lugares, num ambiente que descreveu ser bem diferente.
“Na Citroen estava sempre no carro. Na Prodrive não competia nos ralis todos e não testava sempre. Agora que estou de volta quero mais sucesso do que nunca”, admitiu.
Sordo integra a equipa da Citroen ao lado de Mikko Hirvonnen, tendo vindo substituir Sebastian Loeb, que participará apenas em quatro ralis da temporada. O acordo era para Sordo fazer 11 dos 13 ralis, mas Yves Matton, chefe da equipa, está a tentar que o espanhol possa participar em todas as corridas.
Ramos Pardal
“Estou mais faminto do que nunca. E as minhas condições ao volante estão como sempre. O único pequeno problema pode ser lugares como o México. Não estive lá no ano passado e, por isso, meio rali será completamente novo para mim”, afirmou.
Recorde-se que Sordo cedeu o seu lugar a Sebastien Ogier, na Citroen, no final de 2010. Depois passou pela Mini Prodrive onde conseguiu dois segundos lugares, num ambiente que descreveu ser bem diferente.
“Na Citroen estava sempre no carro. Na Prodrive não competia nos ralis todos e não testava sempre. Agora que estou de volta quero mais sucesso do que nunca”, admitiu.
Sordo integra a equipa da Citroen ao lado de Mikko Hirvonnen, tendo vindo substituir Sebastian Loeb, que participará apenas em quatro ralis da temporada. O acordo era para Sordo fazer 11 dos 13 ralis, mas Yves Matton, chefe da equipa, está a tentar que o espanhol possa participar em todas as corridas.
Ramos Pardal
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