domingo, 27 de maio de 2012

Oposição precisa-se para Loeb

O derradeiro dia do Rali da Grécia deu para tudo, até para Sebastien Loeb furar um pneu no seu Citroen, mudá-lo no troço e continuar na frente do rali com uma grande vantagem. O francês ainda venceu a Power Stage, mas mais uma vez a pontinha de sorte esteve presente.
Petter Solberg a apenas 10 segundos da liderança, no esforço de atacar Loeb acabou por arrancar uma roda ao Fiesta WRC, deitando fora um segundo lugar. Mas uma vez os Ford e os pilotos da Ford dão a entender que o Fiesta em performance é semelhante ao DS3 mas a mecânica ou o ímpeto de Solberg e Latvala deitam tudo a perder.
A partir do 18º troço, o domínio e controlo da prova por parte dos pilotos da Citroen foi total. Hirvonen como piloto "bem mandado" seguiu todas as instruções da marca e nem sequer forçou o andamento, conseguiu dessa forma mais uma dobradinha para a Citroen.
Jaria Matti Latvala foi o piloto do dia, vencendo a maioria dos troços e obtendo mesmo assim um terceiro lugar, que sabe a pouco, já que fica a ideia de que os Ford podem rivalizar em performance com os Citroen.
Mais uma excelente prestação de Mads Ostberg, sendo novamente o primeiro dos não oficiais, dando cada vez mais a ideia de que deveria ter uma oportunidade como oficial
Com todos os restantes piloto a tentarem chegar ao fim, mesmo assim ainda houve algumas importantes incidências. Al Attiyah saiu de estrada e Daniel Oliveira ficou parado num troço.
Armindo Araújo regressou ao rali apenas para cumpriu calendário, após mais uma exibição cinzenta, sem brilho onde começa a ser difícil encontrar desculpas para a ausência de performance do próprio piloto e do Mini oficial.
LÍDERES DO RALLY:
Jari-Matti Latvala (SS1 a 3); Sébastien Loeb (SS4 a 22)
VENCEDORES DE TROÇOS:
Jari-Matti Latvala (10); Petter Solberg (5); Mikko Hirvonen (1); Sébastien Loeb (6)
CLASSIFICAÇÃO DO RALI
classgracia12



















Ramos Pardal

Acrópole após SS21 ~Latvalla ganha SS e Loeb comanda



Ramos Pardal

Acrópole após SS19 - Loeb aumenta vantagem



Ramos Pardal

sábado, 26 de maio de 2012

Rali Serras de Fafe – Pedro Peres com domínio total

Pedro Peres venceu hoje o Rali Serras de Fafe, depois de ter dominado prova totalmente, vencendo todas as 8 especiais que compunham este rali.
Com 8 especiais para percorrer, o Rali Serras Fafe pretendia levar emoção às míticas especiais da serra fafense, como Luilhas, Lameirinha ou Montim. Com Pedro Meireles e Pedro Peres a serem os principais favoritos na luta pela vitória e coma prometida luta entre Renato Pinta, Ivo Nogueira e Pedro Leal nas 2RM, estavam reunidos os principais ingredientes para uma prova desportivamente atraente.

A verdade é que os planos nos ralis são meros exercícios de estilo e que o decorrer dos kms é que impõe a sua lei. Pedro Meireles, que corria “em casa” tentou entrar logo muito forte e impor a sua lei, no entanto não consegui evitar uma saída de estrada logo na 1 primeira especial do rali e deixou desde logo Pedro Peres à vontade na frente e este limitou-se a impor o seu ritmo e a dominar sem grandes problemas uma prova que se esvaziou desportivamente logo no seu inicio.

Miguel Barbosa, que terminou na segunda posição, acaba por sair de Fafe com um excelente resultado a nível de campeonato, pois com esta segunda posição amealha pontos que lhe permitem sonhar com uma excelente classificação final logo no seu primeiro ano no CPR.

Ivo Nogueira, que tinha tido o azar de sair de estrada na fatídica última especial do Rali Targa Vieira do Minho, quando liderava p CPR 2, acabou por sair de Fafe coma vitória na categoria, e com um excelente 3º lugar final. No inicio da prova Nogueira ainda contou com a luta de Renato Pita, mas o minhoto acabou pro sair de estrada na 3ª especial e partir daí Nogueira não teve mais adversários que o incomodassem na luta pela vitória nas 2RM.

Paulo Neto foi o 4º e o sai de Fafe como 2º lugar entre os concorrentes das 2RM, no que se pode considerar um excelente resultado. Pedro Leal, que regressou em Fafe ao CPR, consegui levar o Peugeot 206 Gti ao 5º posto final , sendo o terceiro entre as 2RM, uma boa exibição no regresso perdendo apenas para carros bem mais competitivos.
Entre os concorrentes da TPR, tal como seria de esperar Vitor Pascoal impos a sua lei e levou de vencida a segunda prova do campeonato, vencendo também a classificação reservada ao CRRN. Luis Mota e Helder Miranda completaram o pódio.

Classificação final CPR:
1 - Pedro Peres/Tiago Ferreira - Mitsubishi Evo IX13:03,6
2 - Miguel Barbosa/Justino Reis - Mitsubishi Evo IX +01:15,8
3 - Ivo Nogueira/Nuno R. Silva - Citroen DS3 +04:31,4
4 - Paulo Neto/Paulo Fiuza - Citroen DS3 +06:29,5
5 - Pedro Leal/Redwan Cassamo - Peugeot 206 GTI +08:50,7
6 - Armando Oliveira/Alexandre Rodrigues - Citroen C2R2 Max +10:19,7
7 - João F. Ramos/José Janela - Mitsubishi Evo X +10:53,3
8 - Ricardo Marques/Paulo Marques - Citroen C2R2 Max +11:38,7
9 - Pedro Matias/Sérgio Rocha - Fiat Punto +13:01,9
Fonte:Raliforum
Ramos Pardal

JOÃO SILVA TRAÍDO PELA MECÂNICA NO RALI DA ACRÓPOLE




João Silva e Hugo Magalhães não conseguiram terminar o Rali da Acrópole, tendo abandonado na última classificativa do rali devido a uma fuga de combustível no depósito do Ford Fiesta R2, ...que não lhes permitiria chegar ao ponto de reabastecimento seguinte no percurso.
Com apenas 4 classificativas para realizar hoje, a dupla portuguesa teve ainda uma primeira classificativa difícil, com o Fiesta a mostrar-se algo instável para as novas condições de piso do dia de hoje, e com o piloto a falhar uma travagem e a sair de estrada perdendo algum tempo.
Na segunda e terceiras classificativas e já depois de alguns acertos efectuados, a equipa realizou dois quartos tempos por entre os concorrentes do FIA WRC ACADEMY, perdendo cada vez menos tempo para os homens da frente, um sinal claro e inequívoco de que a evolução foi notória, antes e durante este Rali da Acrópole, e validando o esquema de trabalho que adoptaram.
  Apesar da desistência, João Silva estava bastante satisfeito com a sua prestação, afirmando que “estávamos cada vez mais rápidos e a adaptarmo-nos bem ao carro e às exigências da competição a este nível. Seria bom termos terminado, mas bem mais importante foi perceber que a aposta na academia foi o melhor passo no seguimento da minha carreira, e espero muito sinceramente criar as condições para continuar neste projecto, ou regressar assim que for possível. O depósito de combustível abriu uma fenda por causa de calor vindo do cano de escape, devido a um isolamento que terá falhado, e nada podíamos fazer quanto à perda de gasolina. O que dependia de nós era fugir das pedras e andar rápido, e isso foi sendo conseguido e o ritmo estava a subir. O resto, não dependeu de nós e tivemos azar.”
“Hoje de manhã entramos menos bem, não me senti confortável com a suspensão na primeira especial, e acabei por errar e perder ainda mais tempo, mas logo a seguir conseguimos acertar melhor o carro, sendo que até neste ponto se demonstra a importância da academia pois as decisões técnicas são nossas exclusivamente, e nas duas especiais seguintes perdemos muito menos tempo para os nossos concorrentes directos, com um carro bem mais estável, o que me deixa muito satisfeito. O trabalho que eu e o Hugo fizemos antes do rali foi também muito importante, quer ao nível das notas, quer ao nível da confiança e concentração dentro do carro, o que também contribuiu de forma importante para que a equipa evoluísse conforme se viu aqui na Grécia.”
“Quero agradecer desde já a todos os que nos apoiaram, não desisto do meu sonho de continuar na WRC Academy, mas infelizmente hoje ainda não posso confirmar essa manutenção, mas não vou desistir de procurar os apoios necessários.”
João Silva e Hugo Magalhães eram sextos classificados da geral no momento em que foram forçados a desistir no “Rali dos Deuses”.

Armindo Araújo obrigado a abandonar no terceiro dia,Piloto luso deverá, amanhã, regressar ao abrigo do sistema “Rali 2”

Armindo Araújo terminou mais cedo, que o esperado, o terceiro do Rali da Grécia após a quebra de um braço da direcção na décima quinta especial de classificação. A dureza das estradas gregas causaram bastantes problemas nas mecânicas dos carros de vários pilotos do Campeonato do Mundo de Ralis e a dupla portuguesa acabou por não conseguir passar incólume a essa situação.

Após o abandono, neste terceiro dia de prova, Armindo Araújo não escondia a desilusão de ter sido obrigado a interromper o seu trabalho na prova grega. “Tentamos desde o início do rali poupar ao máximo a mecânica do MINI pois sabíamos que a dureza das estradas poderia trazer problemas. Mesmo com um ritmo cauteloso, começamos a sentir uma vibração forte no início da décima quinta especial e poucos quilómetros depois fomos obrigados a parar. Percebi que era um problema num braço da direcção do lado esquerdo e não podíamos continuar. A fiabilidade do MINI neste tipo de condições ainda está longe do ideal e teremos que continuar a trabalhar este factor”, começou por dizer o piloto português.

Ao abrigo do sistema “Rali 2”, Armindo Araújo e Miguel Ramalho deverão regressar, amanhã, à competição. “Só quando regressarmos à assistência poderemos perceber se este problema é facilmente resolúvel e só depois saberemos se voltaremos ao rali. Tudo aponta para que isso aconteça”, afirmou ainda o tirsense. No derradeiro dia do Rali da Grécia, serão disputadas cinco provas especiais, num total de 65.55 km cronometrados
Fonte: Fãs Armindo Araujo
Ramos Pardal

Loeb continua líder mas tem Solberg por perto

Com Latvala a atrasar-se devido a um furo, tudo parecia indicar que Loeb teria a vida facilitada. Porém a chuva que entretanto caiu refreou um pouco os ânimos do francês e deu algumas asas a P. Solberg que termina assim este dia a apenas 10.2 segundos de Loeb.
Amanhã se verá quem será o mais forte, se P. Solberg chega lá ou se Loeb alcança mais uma vitória. Espera-se é que os pilotos tenham carta branca dos chefes de equipa, até porque ambos têm as “costas quentes” pelos seus colegas de equipa, Hirvonen está em terceiro e Latvala em quarto. Mas P. Solberg logo no final do dia, já tratou de arrefecer os ânimos, dizendo que há que ter atenção ao resultado e ao campeonato.

Depois dos quatro pilotos (verdadeiramente) oficiais, está M. Ostberg, já a uns respeitáveis 7:39 de Loeb. Prokop, autor de mais uma prova muito regular, é sexto a 8:08 e T. Neuville já recuperou até à sétima posição. S. Ogier, mesmo com problemas de direcção, é oitavo e como tem havido várias desistências e atrasos de muitos pilotos, Al Rajhi, também ele num S2000, já é nono, enquanto Mikkelsen fecha o Top10.

Na WRC Academy, a prova já finalizou, e a vitória foi para E. Evans, seguido por A. Fisher e B. Reeves. Terminaram a prova sete concorrentes.

No PWRC, N. Fuchs continua a liderar com grande vantagem, mas de quatro minutos e meio sobre V. Gorban e mais de seis mintos e vinte sobre R. Trivino.

Quanto aos portugueses, João Silva desistiu quando era sexto na WRC Academy e Armindo Araújo também desistiu com problemas de suspensão e direcção, na especial 15, numa altura em que tinha subido à 11ª posição (a 14:23 de Loeb!), devido à desistência de Novikov, mas deverá regressar no Rali2, estando agora na 14ª posição.
Fonte : Motores Magazine
Ramos Pardal

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Armindo Araújo com dia seguro na Grécia, oPiloto do MINI ultrapassou as oito especiais de hoje sem problemas

Armindo Araújo e Miguel Ramalho ultrapassaram, sem problema, o segundo dia do Rali da Grécia e terminaram as oito especiais de hoje na décima segunda posição da geral. Com a tarefa de abrir e limpar a estrada, por ser das primeiras a partir para as especiais, a dupla portuguesa cumpriu à risca a missão solicitada pela equipa no arranque para as secções de hoje.

Na chegada a Loutraki, onde está instalada a zona de assistência da prova grega, Armindo Araújo classificou de positivo, este segundo dia de rali. “Apesar das dificuldades que sentimos pelo facto de partirmos muito na frente e termos encontrado alguma lama nas especiais, cumprimos inteiramente aquilo que nos foi pedido e conseguimos poupar a mecânica ao máximo. Como não tivemos oportunidade de testar as melhores afinações para este carro, efectuamos algumas alterações no final da manhã e, nas segundas passagens, melhoramos o nosso ritmo”, começou por dizer o piloto de Santo Tirso.

Com oito especiais pela frente no dia de amanhã, “as mais difíceis e demolidoras deste rali”, assegura o piloto português, os objetivos traçados pela equipa serão os mesmos. “Vamos continuar a fazer o nosso trabalho e procurar que o MINI não sofra com a dureza das especiais. Será muito importante ultrapassar, sem problemas, o dia de amanhã para poderemos manter a esperança de terminar a prova com um resultado dentro dos objetivos que pretendemos”, afirmou ainda Armindo Araújo.

Com dupla passagem por quatro provas especiais, a dupla do MINI John Cooper Works, terá que disputar ao cronómetro 149.56 quilómetros, entre a saída e o regresso a Loutraki, uma cidade costeira localizada a sul de Atenas

Fonte: Fãs Armindo Araujo
Ramos Pardal

Rali da Acrópole - Etapa 1 - Loeb na frente

Sébastien Loeb terminou o primeiro dia do Rali da Acrópole na liderança, embora tudo se mantenha em aberto no que diz respeito à discussão pelo triunfo. O piloto francês da Citroën parte para a segunda etapa com 6,5 segundos de vantagem face a Jari-Matti Latvala, que conseguiu reduzir ligeiramente a diferença no derradeiro troço do dia.
Latvala, que destacou a “boa batalha” que está a protagonizar na frente, foi 3,7 segundos mais rápido do que Loeb na segunda passagem por Thiva, com o francês a lamentar os problemas de visibilidade em virtude do pó levantado por alguns pilotos mais lentos que circulavam à sua frente.
Também Petter Solberg ganhou tempo a Loeb, estando agora a 18,7 segundos da liderança. Mais azarado foi Mikko Hirvonen, que viu a sua prestação marcada por um furo, com o finlandês a referir que tal poderá ter sido provocado por alguma saída de estrada devido ao pó.
“Havia tanto pó à minha frente que falhei completamente uma curva e saí largo. Saímos de estrada algumas vezes. Talvez numa dessas saídas tenhamos causado o furo”, referiu Hirvonen.
Os problemas de visibilidade foram causados, em grande parte, por Mads Ostberg (Ford) e Thierry Neuville (Citroën), que ao rodarem mais lentamente levantaram mais pó. Ostberg foi apanhado numa das ‘armadilhas’ do rali grego e saiu de estrada, perdendo cerca de três minutos para regressar à estrada. Embora admitindo o erro, o piloto norueguês aproveitou também para criticar a falta de ajuda do público para o retirar do local em que estava.
“O carro estava bastante subvirador e tentei puxar um pouco mais e acabámos por sair de estrada. Não estávamos muito longe, nem era um local muito mau, mas simplesmente ficámos presos e demorou imenso até que as pessoas nos ajudassem. Estavam mais interessados em tirar fotografias”, referiu Ostberg. Já Neuville viu o seu Citroën DS3 apresentar problemas de transmissão, ficando apenas com tração traseira, perdendo cinco minutos no processo.
Imunes a problemas, Evgeny Novikov (Ford) está em quinto na geral, ao passo que Martion Prokop (Ford) ocupa o sexto lugar, na frente de Nasser Al-Attiyah (Citroën) e de Ostberg. Armindo Araújo melhorou ligeiramente o seu ritmo na parte da tarde, terminado a etapa em 12º lugar.
Fonte: Autosport
Ramos Pardal

Após SS4 Loeb lidera e Armindo Araujo é 13º

Ramos Pardal