1 - São admitidos a CONVÍVIO RACING AUTOMÓVEL todos os Participantes de ambos os sexos, devendo ser possuidores da Carta de Condução válida para o nosso País, nos termos do Código de Estrada e/ou sendo menor, com idade superior a 16 anos, terá de ter obrigatoriamente um Termo de Responsabilidade assinado pelo seu Tutor. Considera-se como Participante o conjunto Condutor/Viatura.
2 - É expressamente obrigatório o uso de Capacete de consistência eficaz e devidamente apertado. Recomenda-se o uso de fato competição, luvas e calçado adequado.
3 - As viaturas automóveis admitidas a CONVÍVIO RACING AUTOMÓVEL poderão ser de qualquer grupo e estarem ou não homologadas sendo obrigatório estarem equipadas com arco de segurança (roll bar) e com cintos de segurança no mínimo de três apoios a carroçaria.
4 - Para efeitos de ordem de partida, as viaturas serão agrupados tendo-se em atenção os seguintes critérios:
GRUPO 1 - Reservado a todas as viaturas KARTCROSS
GRUPO 2 - Reservado a todas as viaturas transformados para a prática de desporto automóvel SPRINT
5 - Um condutor pode inscrever-se em vários Grupos, devendo para tal pagar as respectivas taxas. Um condutor poderá inscrever várias viaturas, no mesmo Grupo, pagando uma taxa de inscrição por cada viatura.
6 - A Taxa de Inscrição para o CONVÍVIO RACING AUTOMÓVEL é de 65,00 € (sessenta e cinco euros) com o direito a realizar 3 percursos. A Inscrição deverá ser enviada por e-mail para teamcrazyspeed@hotmail.com ou por contacto telefónico para 913 400 087 - 917 700 767 - 937 372 739
7 – O CONVÍVIO RACING AUTOMÓVEL consiste em efectuar 3 vezes o percurso. Cada percurso é composto de 2 voltas (3.350 metros) à pista do Kartódromo. O Participante deve alinhar a sua viatura na Pré-Grelha pela ordem numérica atribuída pela Organização. Entram para a pista sempre 2 viaturas das quais será dada ordem de partida com semáforo. O Participante prepara o seu início com o semáforo vermelho e parte ao semáforo verde. O intervalo de partida entre as viaturas em pista é de metade da primeira volta.
8 – Durante a realização de cada percurso, para além do condutor Participante, poderá levar um convidado a bordo desde que se verifiquem as normas de segurança descritas no ponto 2 e 3. O Participante deverá anunciar junto a organização os nomes dos seus convidados (máximo de três) assim como recolher a sua assinatura no Boletim de Inscrição.
9 - A Organização declina toda e qualquer responsabilidade por danos e perdas pessoais que eventualmente possam resultar de acidentes verificados durante a CONVÍVIO RACING AUTOMÓVEL.
10 – Qualquer distúrbio provocado pelo Participante na Pista do percurso, no Parque de Assistência, antes, durante ou depois da sua participação e tentar prejudicar ou criar instabilidade durante a CONVÍVIO RACING AUTOMÓVEL levará à exclusão do mesmo neste evento.
11 - No CONVÍVIO RACING AUTOMÓVEL serão atribuídas Lembranças a todos os Participantes e a sua distribuição será efetuada no local. As Lembranças só serão entregues aos Participantes que se apresentarem na respetiva cerimónia.
Fonte:Pé de Vento Sport Club
Ramos Pardal
sexta-feira, 4 de maio de 2012
3ª prova do IV Desafio de Karting Pé de Vento
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kartódromo
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É já no próximo Sábado, dia 5 de Maio, que se vai disputar a 3ª prova do IV Desafio de Karting. mais uma vez composta por duas mangas, iniciados e masters. Apareçam no Kartódromo de Portimão pelas 13h30. Contamos convosco. Fonte:Pé de Vento Sport Club Ramos Pardal |
Casey Stoner “Portugal pode ter Grande Prémio em Portimão”
Australiano diz que a pista do Estoril precisa de melhorar, mostra-se
empenhado no título e elogia Miguel Oliveira.Bicampeão do Mundo de MotoGP, Casey Stoner admite concorrência de Lorenzo e Pedrosa para a sua Honda, pretende voltar a ser campeão, sublinha que a pista do Estoril, onde há prova no domingo, precisa de melhoramentos e fala na hipótese de aquela se deslocar para o autódromo do Algarve.
Em MotoGP nunca venceu no Estoril, algo que também sucedia no circuito de Jerez até à semana passada. Chega mais motivado depois dessa vitória?
Não, já aqui ganhei na classe de 250cc. As coisas não têm sido perfeitas, em 2008 tive problemas na moto, mas em 2009 foi neste circuito que regressei e acabei em segundo. São apenas dados que procuro ignorar e seguir em frente.
A possibilidade de o Estoril deixar o calendário tem sido mencionada. Isso seria uma desilusão para si?
Não, mas Portugal precisa de um Grande Prémio e pode tê-lo em Portimão. Tenho falado com vários amigos meus e todos me dizem que o circuito é óptimo. A pista do Estoril tem piorado, precisa de melhoramentos no piso para prevenir contra acidentes e pode tornar-se fantástica depois disso.
Ganhar em Jerez foi importante?
Em termos de Mundial, sem dúvida, caso contrário poderia ficar demasiado distante de Lorenzo e comprometer as aspirações ao título.
Lorenzo e Pedrosa são os principais rivais no duelo pelo Mundial?
Sim, sem a interferência de lesões são os maiores candidatos a lutar comigo, mesmo que, ao longo da época, possa falar-se de resultados inesperados e de surpresas.
publicado em Económico
Ramos Pardl
Dani Sordo na Córsega com a evolução do Mini JCW S2000
Dani Sordo vai estar no Rali da Córsega ao volante dum Mini JCW S2000, também designado Superprodução, evoluído, tal como aconteceu com a versão WRC no Rali de Portugal.
As principais alterações encontram-se no motor, embora mantendo, como é lógico, o limitador de 30mm, com uma nova bomba de água eléctrica e sistema de admissão, o novo motor, que continua a ser o 1.6 Turbo, debita mais 10Cv que a versão anterior.
A versão S2000 do Mini tem quase todas as evoluções da versão WRC estreada no Rali de Portugal pelo piloto espanhol, à excepção do pára-choques frontal e aileron traseiro, pois estas devem manter as dimensões e desenho do regulamento S2000.
Dani Lapworth, director técnico da Prodrive referiu que “o carro é até melhor do que esperava. As evoluções até me pareceram ter mais impacto do que na versão WRC. O carro do Dani, ao ter turbo, correndo contra os dois litros atmosféricos [N.E. - Basso irá correr com um Fiesta RRC, também com um motor 1.6T], terá vantagem pois o motor turbo tem uma muito mais ampla gama de rotações utilizável“.
Fonte:MotoresMagazine
Ramos Pardal
As principais alterações encontram-se no motor, embora mantendo, como é lógico, o limitador de 30mm, com uma nova bomba de água eléctrica e sistema de admissão, o novo motor, que continua a ser o 1.6 Turbo, debita mais 10Cv que a versão anterior.
A versão S2000 do Mini tem quase todas as evoluções da versão WRC estreada no Rali de Portugal pelo piloto espanhol, à excepção do pára-choques frontal e aileron traseiro, pois estas devem manter as dimensões e desenho do regulamento S2000.
Dani Lapworth, director técnico da Prodrive referiu que “o carro é até melhor do que esperava. As evoluções até me pareceram ter mais impacto do que na versão WRC. O carro do Dani, ao ter turbo, correndo contra os dois litros atmosféricos [N.E. - Basso irá correr com um Fiesta RRC, também com um motor 1.6T], terá vantagem pois o motor turbo tem uma muito mais ampla gama de rotações utilizável“.
Fonte:MotoresMagazine
Ramos Pardal
quinta-feira, 3 de maio de 2012
22 S2000 entre os 48 inscritos na Córsega
Dani Sordo (Mini) com o número 1 e mais 21 S2000 entre os 48 inscritos para a Córsega.
Depois dos Açores, Ilhas Canárias e Circuito da Irlanda, o IRC prossegue na 55ª edição do “Giru di Corsica” na França de 9 a 12 de Maio.
Prova disputada em “asfalto”, um dos seus atrativos deste ano, a participação do piloto espanhol “mundialista”, Dani Sordo que vai alinhar com um Mini S2000 na versão “light” do John Cooper Works WRC, ostentando o número 1.
Dos 22 carros S2000 destacamos entre outras participações, as do ialiano Giandomenico Basso no Ford Fiesta S2000 (Nº 2), do norueguês atual líder e campeão Andreas Mikkelsen no Skoda Fabia S2000 da Skoda UK Motorsport (nº 3), do francês Bryan Bouffier no Peugeot 207 S2000 (nº 4), assim como a de Jan Kopecky no Skoda Fabia S2000 da Skoda Motorsport (nº 5).
Entre outras participações de nomes mais destacamos, salientamos a participação do francês Jean-François Delecour que alinha com um Renault Megane RS do Grupo N4 (nº 17).
Andreas Mikkelsen comanda o campeonato com 61 pontos, seguido por Juho Hanninen com 43 pts e Jan Kopecky com 40 pts, …, nas marcas a Skoda é líder com 129, quase o “dobro” da segunda classificada, a Peugeot com 69 pts!
Fonte:Motoresmagazine
Ramos Pardal
Depois dos Açores, Ilhas Canárias e Circuito da Irlanda, o IRC prossegue na 55ª edição do “Giru di Corsica” na França de 9 a 12 de Maio.Prova disputada em “asfalto”, um dos seus atrativos deste ano, a participação do piloto espanhol “mundialista”, Dani Sordo que vai alinhar com um Mini S2000 na versão “light” do John Cooper Works WRC, ostentando o número 1.
Dos 22 carros S2000 destacamos entre outras participações, as do ialiano Giandomenico Basso no Ford Fiesta S2000 (Nº 2), do norueguês atual líder e campeão Andreas Mikkelsen no Skoda Fabia S2000 da Skoda UK Motorsport (nº 3), do francês Bryan Bouffier no Peugeot 207 S2000 (nº 4), assim como a de Jan Kopecky no Skoda Fabia S2000 da Skoda Motorsport (nº 5).
Entre outras participações de nomes mais destacamos, salientamos a participação do francês Jean-François Delecour que alinha com um Renault Megane RS do Grupo N4 (nº 17).
Andreas Mikkelsen comanda o campeonato com 61 pontos, seguido por Juho Hanninen com 43 pts e Jan Kopecky com 40 pts, …, nas marcas a Skoda é líder com 129, quase o “dobro” da segunda classificada, a Peugeot com 69 pts!
Fonte:Motoresmagazine
Ramos Pardal
O Rally Santo Thyrso vai para estrada este fim de semana com uma boa lista de 41 equipas inscritas.
O Rally Santo Thyrso vai para estrada este fim de semana com uma boa lista de 41 equipas inscritas.
Nos tempos que correm conseguir juntar 41 equipas num rali do Regional é um facto que tem que se louvar, pese embora apenas 11 equipas estarem a disputar o Campeonato Regional de Ralis do Norte.
Luis Mota parte como o grande favorito para esta prova e não deve encontrar concorrencia na luta pela vitória. Com 41 equipas incritas a animação esta garantida.
Lista de Inscritos
Regional Norte:
1 - Luis Mota/Alexandre Ramos - Mitsubishi EVO VII
2 - André Oliveira/Filipe Martins - Peugeot 106
3 - António Oliveira/Rui Raimundo - Peugeot 205 GTI
4 - Júlio Bastos/Anibal Pereira - BMW M3
5 - Paulo Gomes/Marco Macedo - Peugeot 306 S16
6 - Filipe Oliveira/Paulo Spinola - Renault 5 GTTurbo
7 - António Dias/Jorge Galhardo - BMW 325
8 - Emanuel Silva/Rui Ribeiro - Fiat punto HGT
9 - Celso Moura/Ludgero Leal - Peugeot 205 Rallye
10 - Jorge Melo/José Henrique - BMW 325I
11 - Nelson Barros/Alberto Silva - Opel Astra GSI
Prova Extra:
12 - José Man. Carrera/Nicolás Cernadas - Mitsubishi EVO VIII
14 - Paulo Alves/Rui Coelho - Peugeot 306 GTI
15 - Amaro Sousa/Alvaro Pontes - BMW 325
16 - João Sousa/Bino Santos - Paugeot 306 Maxi
17 - Norberto Santos/Daniel Silva - Opel Astra
18 - Pedro Alves/Alexandre Rodrigues - Fiat Punto HGT
19 - António Nunes/Fernando Gonçalves - Fiat Punto
20 - Ricardo Costa/NN - Renault Megane
21 - António Areal/Amilcar Lopes - Fiat Punto
22 - Luis Areal/Pedro Cruz - Peugeot 205 GTI
23 - Fernando Santos/Selénio Ferreira - Peugeot 205
24 - Pedro Carneiro/Hugo Pinheiro - Renault 11
25 - Fernando Fernandez/Luis David - Ford Escort RS
26 - Fernando Moreira/Carlos Marques - Peugeot 205
27 - Daniel Mariño/Veronika Gonzalez - Ford Fieta R2
28 - Bruno Mota/Humberto Rodrigues - Peugeot 205
29 - Ruben Silva/Adrana Alvarez - Peugeot 206
30 - José Manuel Ridriguez/Oscar Rodriguez - Opel Corsa GT
31 - José António Martinez/Alberto Martinez - Peugeot 106 KitCar
32 - Daniel Martiñez/Jenifer Morrillo - Citroen AX GT
33 - Daniela Rodrigues/Laura Natividade - Citroen Saxo
34 - Osacr Perez/EnriqueVila - Suzuki Swift
35 - Santiago Cañizares/Ricardo Ranero - Suzuki Swift Sport
36 - Francisco Azevedo/Sandra Barbosa - Peugeot 205 GTI
37 - José Rodrigues/Nuno Lima - Honda Civic
38 - Margarida Barbosa/Sofia Mouta - Citroen C2
39 - Rui Figueiredo/Rui Vilaça - Nissan Micra
40 - Rui Antunes/Filipe Ribeiro - Citroen AX
41 - Romulo Moura/Luis Silva - Seat Marbella
42 - Nuno Cunha/Olindo Rocha - Fiat Uno
Fonte:RalieForum
Ramos Pardal
quarta-feira, 2 de maio de 2012
O dia 2 de Maio fica marcadoo dia mais fatídico para os Rallyes
O dia 2 de
Maio fica também marcado pela morte de Atilio Bettega em 1985 ... um ano mais
tarde o mesmo volta a acontecer no dia 2 de Maio em 1986 a Henri Toivonen... O
inicio do mês de Maio ficou a partir destas datas gravemente marcado
principalmente para os Ralis.
Fonte:PTMotorsport
Ramos Pardal
Fonte:PTMotorsport
Ramos Pardal
terça-feira, 1 de maio de 2012
Ayrton Senna, o Mágico !
Ayrton Senna, o Mágico: rios de tinta e biliões de palavras já falaram sobre este brasileiro, que um dia disse o que ía dentro da alma de um motor e fez um calejado veterano da F1 exclamar, com olhar de espanto: “Este tipo é mágico!” A história, essa, já toda a agente a conhece – mas foi ela que começou (também) a fazer o mito. O resto, esse, até já deve fazer parte da lenda. Uma lenda que começou bem cedo.
Talento de berço
Um dia, tinha ele quatro anos, o pai deu-lhe um pequeno “kart”, feito por si e que tinha sido rejeitado pela sua filha mais velha, Viviane. O petiz adorou a experiência… e os seus problemas de coordenação desapareceram como por milagre. Sensível ao precoce e inesperado dom do seu caçula, Milton da Silva acabou por ser o principal impulsionador da carreira de Ayrton. Carreira que, é claro, passou pelo exigente crivo que é a escola do “karting” – e passou com distinção: desde o início, o irrequieto Ayrton demonstrou a sua veia de vencedor. Logo na sua primeira prova oficial, a 1 de Julho de 1973, humilhou os seus rivais, quase todos mais velhos e experientes: foi a sua primeira vitória oficial. No “karting”, Senna conquistou o título no Campeonato Sul-Americano, em 1977 e, em 1980, foi vice-Campeão do Mundo. Nesse ano, agradeceu todo o suporte ao seu pai e fez as malas para a Europa, com a sua jovem e recente esposa, Liliane Vasconcelos. Em Inglaterra, alugou um “bungalow” próximo da pista de Snetterton e depressa se adaptou ao clima e aos monolugares, que descobriu então.
E de tal forma essa adaptação foi conseguida, que venceu os campeonatos RAC e Townsend-Thoreson, de Fórmula Ford 1600, como piloto oficial da Van Diemen. Depois, regressou ao Brasil, cedendo às pressões da família mas, logo de seguida, voltou as costas ao Brasil, regressando à Europa. Aceitou um convite que lhe tinha sido feito por uma equipa para correr na Fórmula Ford 2000, mudou o nome para apenas Ayrton Senna (esquecendo o “da Silva”, que considerou demasiado comum…) e, nesse ano de 1982, sagrou-se Campeão britânico e europeu da categoria. Em 1983, subiu mais um degrau, agora para a Fórmula 3, correndo com a West Surrey Racing. Após uma primeira parte da temporada em que foi ele o dominador, encontrou em Martin Brundle um adversário à sua altura, com quem duelou até ao último capítulo, em Thruxton, de forma épica, conquistando aí o seu quinto título consecutivo na Europa, em três anos. No final da temporada, teve ainda tempo para vencer o Grande Prémio de Macau de Fórmula 3, sem dúvida a prova mais famosa e prestigiada dessa modalidade. E foi aqui que deu o seu definitivo passo rumo à F1.
Fazer história (também) na F1
Depois de um primeiro teste com um Williams, e de ter atraído também as atenções da McLaren, Ayrton Senna chegou a ser dado como certo na Brabham, ao lado do seu compatriota – e futuro rival… pessoal – Nelson Piquet. Porém, este teve a última palavra na escolha do colega de equipa e Senna viu-se constrangido a aceitar um lugar na mediana Toleman, substituindo Derek Warwick. Senna pontuou logo na sua segunda corrida e, no Mónaco, prova que quase ganhou, começou a construir a sua reputação de piloto imbatível à chuva. No final de 1984, assinou com a Lotus e ganhou o seu primeiro Grande Prémio precisamente à chuva, no Estoril. Três anos com a equipa inglesa permitiram-lhe perceber que não era a solução ideal para chegar ao título de Campeão do Mundo. Por isso, em 1988 passou-se com armas e uma bagagem de enorme talento para a McLaren, onde conquistou no final o primeiro dos seus três títulos. Rapidíssimo nas qualificações, ficou célebre a forma como geria o tempo e os nervos, arrancando para a pista mesmo nos últimos instantes, para fazer então uma volta-canhão, que nenhum adversário conseguiria depois bater.
Na McLaren, veio ao de cima a sua personalidade forte e a sua apetência para as lutas de carácter. Para ele, a vitória era o único objectivo. As suas lutas na pista e as picardias fora dela com o seu colega de equipa, Alain Prost, ainda hoje fazem parte da lenda da F1. Em 1990 e 1991 conquistou mais dois títulos de Campeão do Mundo, mas depois teve que se inclinar à supremacia da Williams nos dois anos seguintes. Desiludido com a incapacidade da equipa de Ron Dennis em lhe permitir continuar a lutar pelo título, Ayrton assinou no final do ano um contrato com sir Frank Williams, o mesmo que lhe bateu com a porta na cara dez anos antes, depois de um teste prometedor.
1994 não começou da melhor forma: sem pontuar nas duas primeiras provas, Senna chegou a Imola em branco, enquanto o seu principal rival de então (Prost abandonou a actividade no final da temporada de 1993), Michael Schumacher, levava já duas vitórias de avanço. Por isso, era forçoso um bom resultado em San Marino – Senna seguia na frente, quando a barra da direcção do Williams se quebrou o o atirou, sem hipótese de correcção, contra o cimento do muro de Tamburello. Foi fim da linha para o homem e o início da lenda para Ayrton Senna.
1994 não começou da melhor forma: sem pontuar nas duas primeiras provas, Senna chegou a Imola em branco, enquanto o seu principal rival de então (Prost abandonou a actividade no final da temporada de 1993), Michael Schumacher, levava já duas vitórias de avanço. Por isso, era forçoso um bom resultado em San Marino – Senna seguia na frente, quando a barra da direcção do Williams se quebrou o o atirou, sem hipótese de correcção, contra o cimento do muro de Tamburello. Foi fim da linha para o homem e o início da lenda para Ayrton Senna.
Em resumo de uma carreira excepcional, as estatísticas são mais simples de relatar: participou em 161 Grandes Prémios, durante 11 temporadas (GP do Brasil de 1984 ao GP de San Marino de 1994); conquistou por três vezes o título de Campeão do Mundo, sempre com a McLaren (1988, 1990 e 1991); venceu 41 Grandes Prémios (o primeiro foi o GP de Portugal de 1985, o último, o GP da Austrália de 1993); subiu por 80 vezes ao pódio; rubricou 65 “pole positions” (recorde que ainda hoje se mantém) e 19 melhores voltas em corrida. E pronto: da frieza dos números estamos conversados. É que é preciso não esquecer que, por trás deles, está sempre um homem – neste caso, de seu nome Ayrton Senna, o Mágico.
Fonte : Autosport
Ramos Pardal
domingo, 29 de abril de 2012
Sebastien Loeb assegura 70ª vitória na Argentina
Apesar dum começo incaracterístico, com dois piões num só troço, o piloto francês aproveitou bem os problemas mecânicos no Ford Fiesta WRC de Petter Solberg para chegar à liderança, sabendo sempre que o seu companheiro de equipa, Mikko Hirvonen, não é problema...
O finlandês da Citroen foi segundo, como se previra, e tal como Yves Matton preconizou, e embora tenha chegado a estar a pouco mais de um segundo do líder, já no último dia de prova, todos sabiam (só talvez os adeptos mais distraídos não o soubessem), que era Loeb quem iria ganhar, como sucedeu. Nada de estranho, simplesmente, que pode, manda...
Dani Sordo parecia que ia obter o pódio na sua estreia com a Ford, mas um problema no alternador do Fiesta WRC deixou-o fora de prova... na última especial Desta forma, Mads Ostberg voltou a herdar uma posição, tal como em Portugal, terminando agora no lugar mais baixo do pódio.
Com o abandono de Dani Sordo, Martin Prokop conquista o quarto posto, naquele que é o seu melhor resultado de sempre no WRC. Thierry Neuville (Citroen Junior), Solberg, Evgeny Novikov (M-Sport Ford), Nasser Al-Attiyah (Qatar Citroen) e Ott Tanak (M-Sport) todos regressaram em Rali 2, terminando entre o quinto e o décimo lugar, com Solberg a vencer também a Power Stage.
Depois duma prova abaixo das suas possibilidades e também com alguns problemas mecânicos no MINI, Armindo Araújo abandonou perto do fim com problemas na transmissão.
Classificação
1º S. LOEB 5:34:38.8s
2º M. HIRVONEN a 15.2s
3ª M. ØSTBERG a 3:10.4s
4º M. PROKOP a 9:45.3s
5º T. NEUVILLE a 11:17.6s
6º P. SOLBERG a 12:02.2s
7º S. OGIER a 12:25.3s
8º E. NOVIKOV a 21:10.2s
9º N. AL-ATTIYAH a 28:22.6s
10º O. TÄNAK a 37:19.5s
2º M. HIRVONEN a 15.2s
3ª M. ØSTBERG a 3:10.4s
4º M. PROKOP a 9:45.3s
5º T. NEUVILLE a 11:17.6s
6º P. SOLBERG a 12:02.2s
7º S. OGIER a 12:25.3s
8º E. NOVIKOV a 21:10.2s
9º N. AL-ATTIYAH a 28:22.6s
10º O. TÄNAK a 37:19.5s
Fonte:Autosport
Ramos Pardal
RICARDO MOURA vence Rallye Targa Vieira do Minho
Ricardo Moura acaba de vencer o Rali do Targa / Vieira do Minho, prova a contar para o Campeonato de Portugal de Ralis. O piloto açoreano partira para a parte da tarde com alguma vantagem sobre Pedro Peres e este atacou forte nos troços seguintes, colocando-se apenas a três segundos do comando, à partida para o último troço, numa altura em que Moura sofria a bom sofrer com o motor do Mitsubishi a trabalhar apenas em 3 cilindros.
Na assistencia o problema seria parcialmente resolvido e Moura recupera seis décimas no penúltimo troço… Com tudo em aberto o imprevisto aconteceu; Uma tempestade de granizo abateu-se sobre a classificativa, deixando passar praticamente incólume, Ricardo Moura que saía à frente, mas apanhando em cheio Peres e mais alguns concorrentes, o que fez com que a luta não seguisse até ao final.
Com tudo isto, Moura ganha mais de 1m40 a Peres que tem muitas dificuldades em acabar o troço e mais atrás os dois Citroen DS3 despistam-se, acabando por entregar a vitória nas duas rodas motrizes a Renato Pita.
Antes de se realizar o último troço, a Taça era comandada por Vitor Pascoal.
Classificação Final
1º – Ricardo Moura / António Costa Mitsubishi Lancer EVO IX 1h02m15,4s
2º – Pedro Peres / Tiago Ferreira Mitsubishi Lancer EVO IX a, 01:53.70
3º – Renato Pita / Alberto Silva Renault Clio R3 Maxi a, 06:12.30
4º – Antonio Viloria / Elias Reguera Suzuki Swift SPORT a, 06:03.40
5º – Pedro Matias / Sergio Rocha Fiat Abarth 500 a, 01:02.90
6º -David Real Alonso / Samuel Enriquez Ford Fiesta ST a, 08:55.30
Font: Portugal Motorsport
Ramos Pardal
Na assistencia o problema seria parcialmente resolvido e Moura recupera seis décimas no penúltimo troço… Com tudo em aberto o imprevisto aconteceu; Uma tempestade de granizo abateu-se sobre a classificativa, deixando passar praticamente incólume, Ricardo Moura que saía à frente, mas apanhando em cheio Peres e mais alguns concorrentes, o que fez com que a luta não seguisse até ao final.
Com tudo isto, Moura ganha mais de 1m40 a Peres que tem muitas dificuldades em acabar o troço e mais atrás os dois Citroen DS3 despistam-se, acabando por entregar a vitória nas duas rodas motrizes a Renato Pita.
Antes de se realizar o último troço, a Taça era comandada por Vitor Pascoal.
Classificação Final
1º – Ricardo Moura / António Costa Mitsubishi Lancer EVO IX 1h02m15,4s
2º – Pedro Peres / Tiago Ferreira Mitsubishi Lancer EVO IX a, 01:53.70
3º – Renato Pita / Alberto Silva Renault Clio R3 Maxi a, 06:12.30
4º – Antonio Viloria / Elias Reguera Suzuki Swift SPORT a, 06:03.40
5º – Pedro Matias / Sergio Rocha Fiat Abarth 500 a, 01:02.90
6º -David Real Alonso / Samuel Enriquez Ford Fiesta ST a, 08:55.30
Font: Portugal Motorsport
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